Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e múltiplas contingências do Presente
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Destruição de Bot Farms: Trump acusa Zelensky de interferir com próximas eleições
Trump(ices), os factos em imagens XV - Destruição de "Bot Farms" Russas
Canadians against all things Trump FB
John Hart FB
O que é um bot de redes sociais? | Definição de bot de redes sociais
O que é um bot de redes sociais? | Definição de bot de redes sociais
« Os bots maliciosos de redes sociais podem ser usados para uma série de fins:
*Ampliar artificialmente a popularidade de uma pessoa ou de um movimento: uma pessoa ou organização com milhões de seguidores nas redes sociais pode ser vista como importante ou influente. Um caso de uso primário de bots de redes sociais é aumentar a popularidade aparente de outras contas. Esses bots seguidores podem ser comprados e vendidos no mercado negro, com bots mais convincentes alcançando um preço mais alto.
*Influenciar eleições: um estudo da First Monday, um jornal revisado por pares, descobriu que no dia anterior à eleição presidencial dos EUA em 2016, até 20% da discussão política nas redes sociais foi gerada por cerca de 400 mil bots de redes sociais...»
Crenças religiosas versus ateísmo
FB
Não ser religioso não significa que não tenha moral, princípios ou respeito pelo próximo.
Significa, muito simplesmente, que não precisa de professar seja que religião for para lhe dizer como viver, em que acreditar ou o que deve temer.
Os valores éticos e os principais conceitos que lhes estão subjacentes - como a justiça, a equidade, a liberdade, o respeito, honestidade, a solidariedade - sendo universais não são apanágio de nenhuma religião específica, como o tem mostrado a realidade ao longo dos séculos.
Significa, muito simplesmente, que não precisa de professar seja que religião for para lhe dizer como viver, em que acreditar ou o que deve temer.
Os valores éticos e os principais conceitos que lhes estão subjacentes - como a justiça, a equidade, a liberdade, o respeito, honestidade, a solidariedade - sendo universais não são apanágio de nenhuma religião específica, como o tem mostrado a realidade ao longo dos séculos.
Acordo Trump-Putin sobre diesel, Efeitos colaterais
Reinier Van Lanschot (Parlamento Europeu - Volt Europa)
FB
A propósito da necessidade de regulação da IA
FB page
(Fontes na página)
(Fontes na página)
Atendendo aos sinais de alerta que ultimamente têm vindo a ser dados por experts na área, e apesar de não perceber rigorosamente nada sobre o assunto, bastam a intuição e o bom senso para perceber que, ao navegar no desconhecido, mais vale prevenir do que "remediar" o que, aparentemente, pode vir a ser irremediável.
Óptima banda sonora.
Óptima banda sonora.
Era Donald Trump, quando o insólito acontece
Trump(ices), os factos em imagens XIII - estranha forma de exercício presidencial!...
FB cartoons
Ao longo dos anos, e até este segundo mandato de Donald J. Trump como Presidente da maior potência mundial, sempre me questionei como teria sido possível a ascensão, poder, expansão ideológica e respetivas atrocidades cometidas por um fenómeno como Adolf Hitler, na Alemanha.Não compreendia o processo que o levou a manipular e arrastar multidões e a rodear-se de tantos "acólitos".
Questionava-me sobre como foi possível que tamanha distorção da realidade (ao tempo) tivesse sido, não só aceite e interiorizada, como acerrimamente defendida e estruturalmente implementada ao ponto de conduzir a uma guerra mundial...
Encontrei, finalmente, a resposta em Donald J. Trump *, no seu comportamento dentro e fora de fronteiras, na sua forma de ser, estar, na desfaçatez com que a todos destrata (a quem o contraria), na forma como gere e interfere nas relações internacionais e no proveito que delas tira, tanto em benefício próprio como do "clã" familiar.
Um rol infindável de desrespeito e atropelos da lei, tratados e quejandos.
Mas o que mais me preocupa, mesmo revolta é, salvo raras excepções, a subserviência, a contemporização, a condescendência e, pasme-se, a bajulação de que é alvo por parte de com quem com ele negoceia e interage, sejam eles representantes de Nações, Instituições e Organizações, tanto a nível nacional como internacional!...
"In the End, we will remember not the words of our enemies, but the silence of our friends."
Martin Luther King (atribuição)
o saque e a pilhagem, com o objectivo de obter e aumentar riquezas e poder.
Com contornos diferentes daqueles que a caracterizaram nos séculos XVII e XVIII (em termos de época e de contextos), somos confrontados com este fenómeno cuja novidade, para além de ocorrer num diferente contexto paradigmático, se traduz no tipo de protagonistas que a ela recorrem:
Com contornos diferentes daqueles que a caracterizaram nos séculos XVII e XVIII (em termos de época e de contextos), somos confrontados com este fenómeno cuja novidade, para além de ocorrer num diferente contexto paradigmático, se traduz no tipo de protagonistas que a ela recorrem:
a pirataria deixou de ser levada a cabo por marginais e homens que lutavam e tentavam a sorte, arriscando as próprias vidas, em busca de um enriquecimento que pudesse ser tão rápido quanto substancial, para se transformar num processo ilegítimo de expansão territorial (de acordo com o Direito Internacional), monopolista, que visa a apropriação e exploração de bens e recursos naturais de países terceiros, estrutural e financeiramente débeis e muito dependentes da ajuda externa.
Quanto aos novos protagonistas, longe de serem homens comuns, marginais e marginalizados, ergue-se uma "casta" constituída por uma mão cheia de "chefes de estado" com comportamentos desviantes (transtornos de personalidade?), pendor autoritário, dotados de uma total ausência de empatia e de uma desmedida insaciabilidade.
Escudados pelo cargo que ocupam, a coberto da imunidade que lhes é conferida, sob o pretexto de defenderem o superior interesse das nações que é suposto representarem e usando e abusando das respetivas forças armadas e correspondente erário público não servem o estado, servem-se dele.
Escudados pelo cargo que ocupam, a coberto da imunidade que lhes é conferida, sob o pretexto de defenderem o superior interesse das nações que é suposto representarem e usando e abusando das respetivas forças armadas e correspondente erário público não servem o estado, servem-se dele.
Para esta nova "casta", a noção de serviço público e filosofia que lhe está subjacente não faz qualquer sentido, os limites do Poder que lhes é atribuído, também não, melhorar as condições de saúde e o nível de vida da maioria que os elegeu - para quê, se já contribuíram com o seu voto (nos casos em que ainda existem processos eleitorais) - resta-lhes utilizar o cargo enquanto plataforma por excelência, para promover negócios e facilitar transações comerciais em benefício próprio e com o objectivo de consolidar e alargar o âmbito do seu património pessoal e familiar.
Era Donald Trump, Memorando de entendimento EUA - Irão
Trump(ices), os factos em imagens XII - Assinatura Memorando de entendimento
Versailles (17.06.2026)
Versailles (17.06.2026)
Fonte: Facebook
Era Donald Trump, Cimeira do G7 2026
Trump(ices), os factos em imagens XI - Cimeira do G7, Evian, França
(15-17 Junho 2026)
Fonte: Facebook
Era Donald Trump, Adulação como estratégia de negociação
Trump(ices), os factos em imagens IX - Adulação
Quando os fins justificam os meios!...
A adulação como estratégia de negociação: o segredo de polichinelo.
Humor Facebook
Era Donald Trump, Como negociar
Trump(ices), os factos em imagens VIII - Como negociar
Bebendo do seu próprio veneno, ministrado por inimigos tão sábios como aplicados e inteligentes.
Humor Facebook
Era Donald Trump, Papa Leão XIV
Trump(ices), os factos em imagens II - Papa Leão XIV
J.D.Vance versus Papa Leão XIV, lições de "Teologia"
Fonte: Facebook
Fonte: Facebook
Fartura e insatisfação
Tendo em consideração a natureza humana, infelizmente, só uma qualquer catástrofe vivida e sentida na primeira pessoa tem o poder transformador de, com alguma rapidez (dependendo do tipo e duração da catástrofe), alterar consciências e de reposicionar os valores e a escala de necessidades nos lugares que lhes competem e a que o bom senso conduz, invariavelmente.
Nasreddin Hodja, A razão do mais forte
« Um dia, Nasreddin Hodja precisou de atravessar o mar de Mármara.
Apanhou um barco mas, mesmo a meio da travessia, levantou-se uma grande tempestade e o barco começou a afundar-se.
Todos, passageiros e membros da tripulação, começaram a tirar a água da embarcação, na tentativa de manter o barco à tona.
Porém, entre o grupo encontrava-se um homem que, para consternação geral, tirava a água do mar para dentro do barco:
era o inigualável Nasreddin Hodja.
O capitão precipitou-se contra ele injuriando-o e acusando-o de os querer matar a todos mas, Nasreddin, não perdia a calma.
Explicou então ao capitão que estava a seguir, apenas, o conselho que a sua mãe, insistentemente, lhe repetia:
-“Colocar-se sempre do lado do mais forte”…»
Ilustr. Google
Tradução e adaptação: Maria M. Abreu
Tradução e adaptação: Maria M. Abreu
Nasreddin Hodjah, O gramático
« O Mullah Nasreddin era um barqueiro e fazia o transporte de pessoas de uma margem do rio para a outra.
Um dia, enquanto transportava um conhecido gramático, este perguntou-lhe:
- O senhor sabe gramática?
- Não, de modo nenhum, respondeu o Mullah, sem hesitação.
- Então permita-me que lhe diga que perdeu metade da sua vida, replicou desdenhosamente o intelectual.
Um pouco mais tarde surgiu uma rajada de vento e o barco estava prestes a ser engolido pelas ondas.
Pouco antes de naufragar o Mullah pergunta ao seu passageiro:
- O senhor sabe nadar?
- Não, respondeu este último, completamente aterrado.
- Pois bem, permita-me que lhe diga que pode considerar toda a sua vida como perdida! »
Contes philosophiques
Ilustr. Google
Ilustr. Google
Tradução e adaptação
Maria M. Abreu
Nasreddin Hodja, O pão nosso de cada dia
«Um dia chegaram uns polícias com a ordem de prender Nasreddin Hodja.
O sultão queria confrontá-lo com os mais eminentes sábios do país, que o acusavam de ser um herege.
Em sua defesa, Hodja pediu que fosse distribuído pelos sábios algo com que pudessem escrever.
Convidou-os, então, a responderem, por escrito, a uma única questão: “O que é um pão?”
Passado algum tempo leu as respostas à assembleia:
. para o jurista, o pão era um alimento;
. para o físico, era um composto entre farinha e água;
. para o teólogo, um dom dos céus;
. para o geógrafo, era uma pasta cozida;
. para o filósofo, dependia do que se entendesse por “pão”;
. para o médico, era uma substância nutritiva;
E, enfim, para o historiador, ninguém sabia o que era.
Virando-se, depois, para o sultão, disse-lhe:
-“Senhor, eles são incapazes de chegar a um acordo para definir algo de que se alimentam todos os dias.
Como poderiam eles concluir, de comum acordo, que sou um herege?”»
Ilustr. Google
Trad. e adaptação:
Trad. e adaptação:
Maria M. Abreu
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