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Donald Trump, sem perdão pelo fecho do Estreito de Ormuz

Trump(ices), os factos em imagens XIV - Estreito de Ormuz



Chega de contemplações!
Há limites para a impunidade, sobretudo quando esta ultrapassa fronteiras e se repercute na vida de milhões de pessoas, povos e nações.
Não há volta a dar.
Criou o problema, tem de o assumir enquanto tal e de o resolver rapidamente!
Estamos todos a sofrer as consequências de péssimas e irresponsáveis decisões unilaterais, que foram tomadas sem qualquer tipo de informação e/ou consulta prévia a quem de direito.
O mundo, a economia global, as economias regionais, estão a sofrer, a sentir no bolso e na pele, as consequências de tal leviandade.
Não há hipótese de negociar aquilo que é inegociável.
E muito menos de tirar proveito dos escombros de cuja magnitude foi o único responsável.
Não escolhemos nem procurámos a via do precipício e, como tal, esperamos que de entre os que têm poder para interferir, ainda haja alguns "iluminados" capazes de o confrontar, de simplesmente dizerem "Basta"! e de contribuir para a restauração da normalidade.
Ilustr. FB

Era Donald Trump, quando o insólito acontece

 Trump(ices), os factos em imagens XIII - estranha forma de exercício presidencial!...


FB cartoons
 Ao longo dos anos, e até este segundo mandato de Donald J. Trump como Presidente da maior potência mundial, sempre me questionei como teria sido possível a ascensão, poder, expansão ideológica e respetivas atrocidades cometidas por um fenómeno como Adolf Hitler, na Alemanha.
Não compreendia o processo que o levou a manipular e arrastar multidões e a rodear-se de tantos "acólitos".
Questionava-me sobre como foi possível que tamanha distorção da realidade (ao tempo) tivesse sido, não só aceite e interiorizada, como acerrimamente defendida e estruturalmente implementada ao ponto de conduzir a uma guerra mundial...

Encontrei, finalmente, a resposta em Donald J. Trump *, no seu comportamento dentro e fora de fronteiras, na sua forma de ser, estar, na desfaçatez com que a todos destrata (a quem o contraria), na forma como gere e interfere nas relações internacionais e no proveito que delas tira, tanto em benefício próprio como do "clã" familiar.
Um rol infindável de desrespeito e atropelos da lei, tratados e quejandos.
Mas o que mais me preocupa, mesmo revolta é, salvo raras excepções, a subserviência, a contemporização, a condescendência e, pasme-se, a bajulação de que é alvo por parte de com quem com ele negoceia e interage, sejam eles representantes de Nações, Instituições e Organizações, tanto a nível nacional como internacional!...

"In the End, we will remember not the words of our enemies, but the silence of our friends." 
Martin Luther King (atribuição)

Donald Trump e Vladimir Putin: A nova e sofisticada face da pirataria no séc. XXI *

 Fico estupefacta com o facto de se não identificar, enquanto tal, abominar e combater, tanto as ameaças como a perpetração de verdadeiros actos de "pirataria" lá onde, presumivelmente latentes, estão presentes as principais características associadas a esta actividade: 
o saque e a pilhagem, com o objectivo de obter e aumentar riquezas e poder.

 Com contornos diferentes daqueles que a caracterizaram nos séculos XVII e XVIII (em termos de época e de contextos), somos confrontados com este fenómeno cuja novidade, para além de ocorrer num diferente contexto paradigmático, se traduz no tipo de protagonistas que a ela recorrem:
a pirataria deixou de ser levada a cabo por marginais e homens que lutavam e tentavam a sorte, arriscando as próprias vidas, em busca de um enriquecimento que pudesse ser tão rápido quanto substancial, para se transformar num processo ilegítimo de expansão territorial (de acordo com o Direito Internacional), monopolista, que visa a apropriação e exploração de bens e recursos naturais de países terceiros, estrutural e financeiramente débeis e muito dependentes da ajuda externa. 

 Quanto aos novos protagonistas, longe de serem homens comuns, marginais e marginalizados, ergue-se uma "casta" constituída por uma mão cheia de "chefes de estado" com comportamentos desviantes (transtornos de personalidade?), pendor autoritário, dotados de uma total ausência de empatia e de uma desmedida insaciabilidade.
 Escudados pelo cargo que ocupam, a coberto da imunidade que lhes é conferida, sob o pretexto de defenderem o superior interesse das nações que é suposto representarem e usando e abusando das respetivas forças armadas e correspondente erário público não servem o estado, servem-se dele.

 Para esta nova "casta", a noção de serviço público e filosofia que lhe está subjacente não faz qualquer sentido, os limites do Poder que lhes é atribuído, também não, melhorar as condições de saúde e o nível de vida da maioria que os elegeu - para quê, se já contribuíram com o seu voto (nos casos em que ainda existem processos eleitorais) - resta-lhes utilizar o cargo enquanto plataforma por excelência, para promover negócios e facilitar transações comerciais em benefício próprio e com o objectivo de consolidar e alargar o âmbito do seu património pessoal e familiar. 

Richard Gere, desarmar a ditadura


Sobre Donald Trump:
"Estamos a viver o período mais negro que já presenciei neste planeta.
Quem diria que a América se poderia tornar assim?
Quem diria que um maníaco como este viria a ser Presidente dos EUA e que destruísse todas as coisas boas (...) desde o primeiro dia que ele destruiu quase tudo o que era positivo no governo e povo americanos.
Como foi possível? Porque estávamos a dormir, não nos importámos, não votámos, não prestámos atenção ... claro que não votei nele, mas não desenvolvi esforços no sentido de, habilmente, convencer aqueles que me rodeavam de que era uma loucura eleger esta pessoa para Presidente dos EUA.
Todos somos responsáveis por esta situação, mas é espantoso como tão rapidamente, no espaço de algumas semanas, ele desmantelou os EUA
."

Com o objectivo de exemplificar o que se está a passar nos EUA, referiu-se a Dachau (campo de concentração próximo de Munique) e ao espaço de 45 anos que mediou as suas duas visitas ao memorial, chamando à atenção para o facto de ter havido uma alteração profunda, em termos de exposição e apresentação do mesmo.
Assim, de mera exposição de objectos, artefactos e restos humanos evoluiu no sentido de mostrar o processo de transformação do governo e sociedade alemães desde meados dos anos 30 do século passado (1930s) e de como, muito rapidamente, pessoas boas se transformaram em monstros.

Conclui apelando à necessidade de todos estarmos alerta, de sermos vigilantes e de estarmos atentos aos sinais que vão sendo dados, de forma a que o mundo não nos seja rapidamente tirado pela "ditadura dos monstros".
Trad. Maria M. Abreu

Era Donald Trump, Adulação

Trump(ices), os factos em imagens IX - Adulação

Quando os fins justificam os meios!...
A adulação como estratégia de negociação: o segredo de polichinelo.
Humor Facebook

Era Donald Trump, Como negociar

Trump(ices), os factos em imagens VIII - Como negociar 

Bebendo do seu próprio veneno, ministrado por inimigos tão sábios como aplicados e inteligentes. 

Humor Facebook

Era Donald Trump, Tragédia!

Trump(ices), os factos em imagens III -Tragédia!

Quando dois países, cujos respetivos governantes se encontram a contas com a Justiça, acobertados pelo cargo que ocupam e, em nome dos seus interesses pessoais, se concertaram para destruir uma civilização milenar e estão a levar ao colapso da ordem internacional baseada em regras e no respeito pelas mesmas ...
... Não, a tragédia é dos EUA e do povo Americano por terem eleito, para Presidente da República, alguém tão inapto e inconveniente como Donald Trump mas, mais trágica ainda é a dimensão global resultante das suas tresloucadas decisões de política internacional...
A tragédia é de uma dimensão global!!!

Uma Real lição do conceito de Democracia

«(...)A king sounding more committed to democratic restraint than the party that claims to protect it. No shouting, no chaos, just a single line that cut through everything...
...Trump’s entire political identity is built on projecting dominance and control. But in this moment, he’s reduced to reacting while a global figure redefines the conversation without even engaging him directly.
Trump pushes power.
Republicans fold.
A monarch outclasses them all.
This wasn’t loud. It didn’t need to be. The quiet precision made the embarrassment unavoidable, exposing exactly who respects limits and who is desperate to erase them...»