Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e múltiplas contingências do Presente
Concelho de Oeiras, Construção versus Reabilitação Urbana
« De acordo com as estratégias habitacionais europeias e nacionais mais recentes, ”a reutilização e renovação do edificado existente são prioridades centrais para mitigar a crise habitacional sem recorrer exclusivamente à construção de raiz, promovendo a sustentabilidade urbana e a coesão social.” ».
"Isaltino Morais considera que a crise da habitação é atualmente o problema social mais grave do País e defende que os municípios devem assumir um papel central na procura de soluções. O presidente da Câmara de Oeiras deixou mesmo um aviso sobre as consequências que a falta de casas a preços comportáveis poderá provocar no futuro."
No dia seguinte, depois de muitos outros comentários (mais de 200) e de uma paciente busca até aos primeiros, verifiquei que o meu post tinha sido discreta e convenientemente apagado.
Como tenho sempre acesso às minhas intervenções/comentários e porque acho que merecia uma resposta aqui vai, na íntegra, a cópia do comentário postado:
Costumo segui-lo com alguma curiosidade, entre outras razões porque, para além de obra feita, o senhor tem imprimido um dinamismo muito pouco habitual na autarquia à frente da qual se encontra, contrariamente ao que se passa na maioria das outras autarquias por todo o país.
(...) Fala-lhe uma mãe que (desconhecendo a realidade!), quis resolver o doloroso problema habitacional da sua filha na zona de Algés, através da compra de um apartamento, aparentemente interessante mas "mal renovado", a um preço que era comportável para as suas possibilidades.
- Bairro Clemente Vicente -
Existem, no entanto, três factores comuns: a sua proximidade do rio, as actividades económicas que estiveram na sua génese e o nível de degradação que esteve na origem do projecto de reabilitação,em Londres (apartamentos luxuosos) e aquele em que se encontra o Bairro Clemente Vicente, no concelho de Oeiras.
Acordo Trump-Putin sobre diesel, Efeitos colaterais
Reinier Van Lanschot (Parlamento Europeu - Volt Europa)
FB
Eduardo Galeano, Medo de viver
Eduardo Galeano (03.09.1940 - 13.04.2015)
Legendado em Português
Um verdadeiro "compêndio" de verdades inconvenientes, que não só se vão perpetuando no tempo (de uma confrangedora actualidade!), como têm vindo a assumir contornos de uma cada vez mais perversa e despudorada normalização.
Era Donald Trump, quando o insólito acontece
Trump(ices), os factos em imagens XIII - estranha forma de exercício presidencial!...
Não compreendia o processo que o levou a manipular e arrastar multidões e a rodear-se de tantos "acólitos".
Questionava-me sobre como foi possível que tamanha distorção da realidade (ao tempo) tivesse sido, não só aceite e interiorizada, como acerrimamente defendida e estruturalmente implementada ao ponto de conduzir a uma guerra mundial...
Encontrei, finalmente, a resposta em Donald J. Trump *, no seu comportamento dentro e fora de fronteiras, na sua forma de ser, estar, na desfaçatez com que a todos destrata (a quem o contraria), na forma como gere e interfere nas relações internacionais e no proveito que delas tira, tanto em benefício próprio como do "clã" familiar.
Com contornos diferentes daqueles que a caracterizaram nos séculos XVII e XVIII (em termos de época e de contextos), somos confrontados com este fenómeno cuja novidade, para além de ocorrer num diferente contexto paradigmático, se traduz no tipo de protagonistas que a ela recorrem:
Escudados pelo cargo que ocupam, a coberto da imunidade que lhes é conferida, sob o pretexto de defenderem o superior interesse das nações que é suposto representarem e usando e abusando das respetivas forças armadas e correspondente erário público não servem o estado, servem-se dele.
Era Donald Trump, Memorando de entendimento EUA - Irão
Versailles (17.06.2026)
Indigência política
Por mais pragmático que se seja, perante esta pequeníssima amostra de indigência política, é difícil aceitar que o actual governo, oriundo de um partido de matriz social-democrata, permita ser manipulado por alguém tão desestabilizador e desprezível - falam os comportamentos presentes e passados, os discursos subliminares de apelo ao ódio e à violência, os gritos, as atitudes, a falta de educação e de sentido de Estado, entre outros! - como André Ventura, a personificação do Chega.
Espero que não desperdicem o capital de confiança de que são detentores porque, se o fizerem, penso que o PSD português deixará de ter razão de existir.
Sei que tem sido difícil, desgastante, mesmo espinhosa, a tarefa de estarem dependentes da cooperação (ou falta da mesma) dos restantes partidos no Parlamento para obter a aprovação do seu programa, uma vez que não têm uma maioria parlamentar.
Quanto ao PS, partido do "arco da governação", tem mantido uma postura lamentável, de constante boicote e total falta bom senso, visão estratégica e compreensão do que tem estado e está em jogo.
Falta, infelizmente, à sua actual direcção a inteligência, a experiência, a sagacidade e essa ímpar, nacional e internacionalmente reconhecida, capacidade de negociação do Dr. António Costa!!!
Mas, apesar de todas estas dificuldades, nem tudo vale.
Ou fazem a diferença, enfrentando a "besta" e resistindo, não só à irresponsabilidade (não é governo!), como ao populismo discriminatório e vacuidade das propostas e contra-propostas apresentadas - de cariz redutor, provinciano e meramente doméstico - ou esfumar-se-ão na espuma dos dias, das cedências que forem fazendo e nas respetivas consequências.
Que haja bom senso no Parlamento e, se possível, alguma réstea de carácter!
Ilustr. Google
Era Donald Trump, Cimeira do G7 2026
Trump(ices), os factos em imagens XI - Cimeira do G7, Evian, França
(15-17 Junho 2026)
Fonte: Facebook
Era Donald Trump, para memória futura
Richard Gere, desarmar a ditadura
"Estamos a viver o período mais negro que já presenciei neste planeta.
Quem diria que a América se poderia tornar assim?
Quem diria que um maníaco como este viria a ser Presidente dos EUA e que destruísse todas as coisas boas (...) desde o primeiro dia que ele destruiu quase tudo o que era positivo no governo e povo americanos.
Como foi possível? Porque estávamos a dormir, não nos importámos, não votámos, não prestámos atenção ... claro que não votei nele, mas não desenvolvi esforços no sentido de, habilmente, convencer aqueles que me rodeavam de que era uma loucura eleger esta pessoa para Presidente dos EUA.
Todos somos responsáveis por esta situação, mas é espantoso como tão rapidamente, no espaço de algumas semanas, ele desmantelou os EUA."
Com o objectivo de exemplificar o que se está a passar nos EUA, referiu-se a Dachau (campo de concentração próximo de Munique) e ao espaço de 45 anos que mediou as suas duas visitas ao memorial, chamando à atenção para o facto de ter havido uma alteração profunda, em termos de exposição e apresentação do mesmo.
Assim, de mera exposição de objectos, artefactos e restos humanos evoluiu no sentido de mostrar o processo de transformação do governo e sociedade alemães desde meados dos anos 30 do século passado (1930s) e de como, muito rapidamente, pessoas boas se transformaram em monstros.
Trad. Maria M. Abreu
Era Donald Trump, Adulação como estratégia de negociação
Era Donald Trump, Como negociar
Era Donald Trump, Tragédia!
Trump(ices), os factos em imagens III -Tragédia!
Quando dois países, cujos respetivos governantes se encontram a contas com a Justiça, acobertados pelo cargo que ocupam e, em nome dos seus interesses pessoais, se concertaram para destruir uma civilização milenar e estão a levar ao colapso da ordem internacional baseada em regras e no respeito pelas mesmas ...
... Não, a tragédia é dos EUA e do povo Americano por terem eleito, para Presidente da República, alguém tão inapto e inconveniente como Donald Trump mas, mais trágica ainda é a dimensão global resultante das suas tresloucadas decisões de política internacional...
A tragédia é de uma dimensão global!!!
Uma Real lição do conceito de Democracia
«(...)A king sounding more committed to democratic restraint than the party that claims to protect it. No shouting, no chaos, just a single line that cut through everything...
...Trump’s entire political identity is built on projecting dominance and control. But in this moment, he’s reduced to reacting while a global figure redefines the conversation without even engaging him directly.
Trump pushes power.
Republicans fold.
A monarch outclasses them all.
This wasn’t loud. It didn’t need to be. The quiet precision made the embarrassment unavoidable, exposing exactly who respects limits and who is desperate to erase them...»
Mark Carney, a fractura da ordem mundial
Que discurso magistral!!!
Que grande lição, repleta de sabedoria, inteligência, experiência e bom senso, dirigida à minoria de "poderosos" que, a coberto dos lugares que ocupam no panorama político mundial, da impunidade de que gozam e do dinheiro que, descaradamente, vão acumulando, aspira a governar o mundo e os seus povos sem respeito pela sua soberania, cultura e vontade!
Algarve, eleições Março 2024
Uma região que - pelas suas crónicas e enormes deficiências estruturais, não só a nível de infraestruturas básicas como de escassez de massa crítica - tanto precisa de estabilidade para atrair investimentos produtivos, acabou por dar "um tiro no próprio pé" através da total e triste ausência de pensamento estratégico por parte de quem nela vive e trabalha.
A insatisfação e o descontentamento gerais não podem servir de justificação e de desculpa para os resultados obtidos; mas a arrogância, aquela que deriva da ignorância atrevida, essa sim, essa desempenhou o seu papel na perfeição.
Tiveram, nas suas mãos, não só a arma e as munições de que precisavam como, também, um variado leque de opções, mas tudo desprezaram optando, maioritariamente, pela via que mais os penalizará.
Foi obra!



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