Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e múltiplas contingências do Presente
Alterações Climáticas, aquecimento global
China, alterações climáticas e inovações tecnológicas
"Quando a China despertar ... o mundo tremerá", Alain Peyrefitte
Constituição da Nação "Iroquois", Responsabilidade Social
Num mundo onde reina a hipocrisia e onde poucos são os que estão dispostos a prescindir das suas avultadíssimas fontes de rendimento e dos prazeres e privilégios que estas lhes proporcionam ( a começar pelo país anfitrião!), convinha visitar ou revisitar os ensinamentos das culturas autóctones, pré-coloniais, das diferentes regiões do mundo e fazer o exercício de retirar as ilações que se impõem.
Será que as competições automobilísticas, os rallies, todas as competições motorizadas foram postas em causa, enquanto forma de resposta aos problemas com os quais nos debatemos?
E quanto à propriedade privada, utilização e livre circulação de aviões e iates houve alguma abordagem? Foi objecto de medidas restritivas?
Se, como suspeito, estas e outras actividades de forte cariz poluente não tiverem sido questionadas e sujeitas a um apertado escrutínio, de nada valerão as declarações de intenções e nula, porque atrevida, será a autoridade moral para impor quaisquer restrições e medidas fiscais penalizadoras às populações em geral, aos cidadãos comuns, cujo impacto das suas actividades quotidianas em nada é comparável com as anteriormente referidas.
Furacões, Rescaldo
Furacões, evacuação
Em caso de apelo à evacuação, por parte das entidades competentes :
Furacões, aproximação e medidas de prevenção
Furacões, origem e prevenção
O que se pode fazer antes do aparecimento anunciado de um furacão:
Tsunamis, origem e prevenção
Em termos de História recente o maior tsunami de que se tem notícias foi o provocado pela erupção do vulcão Krakatoa, em que a onda produzida alcançou uma altura média de 42 m.
As recomendações seguintes têm como objectivo procurar ajudar a reduzir os danos que este fenómeno natural pode causar:
* Se vive na costa e sente um terramoto suficientemente forte para provocar gretas nas paredes, é possível que dentro dos vinte minutos seguintes possa produzir-se um maremoto ou tsunami.
* Tenha sempre presente que um tsunami pode penetrar por rios, zonas húmidas vários quilómetros terra adentro, pelo que deve afastar-se das zonas costeiras.
* Um tsunami pode ter 10 ou mais ondas destrutivas no espaço de 12 horas, pelo que deve precaver-se com roupa de abrigo, especialmente para as crianças.
* Mantenha informada a sua família sobre o ponto de encontro posterior.
* À semelhança de outras situações de emergência procure ter um rádio portátil e pilhas de reserva, de forma a poder manter-se informado.
E chove, finalmente!...
Ave chuva!!!
Steve Cutts, MAN
Animação que, apesar de ter sido realizada em 2012, se revela de uma enorme actualidade no que diz respeito à mensagem profunda que visa transmitir: a natureza depredadora da condição humana.
It´s raining again!
Cheias e inundações, Prevenção
Cheias e inundações, como agir
SNPC (Serviço Nacional de Protecção Civil)
Chuva abençoada
O Mar, fonte de recursos por explorar
Entretanto dou comigo a procurar, com alguma ansiedade, soluções alternativas que possam ajudar, de alguma forma, a atenuar e/ou mesmo remediar alguns dos problemas com os quais, dentro de algum tempo, teremos de nos confrontar.
Apesar de Portuguesa sou, também, Moçambicana e, habituada a que os portugueses de Portugal "só ponham trancas nas portas depois de estas serem arrombadas", aflige-me a sua culturalmente crónica ausência de previsões estratégicas relacionadas com a prevenção de riscos e, sobretudo, de catástrofes.
Sendo uma alternativa utilizada, há já muitos anos, por países tais como os EUA, Chile, Brasil, Grã-Bretanha e do Médio Oriente, como Israel e o Kuwait, entre outros, por que não aproveitamos esta nossa proximidade com o mar e recorremos aos conhecimentos e experiência de quem, por necessidade e/ou inteligência e visão estratégica, implementou já estes processos?
Somos um país pobre e com poucos recursos que não tem sabido explorar as suas potencialidades reais.
Como nunca foi nossa preocupação lutar e trabalhar com vista à aquisição, manutenção e preservação da nossa própria autonomia, face à dependência do exterior encontramo-nos, agora, numa situação aflitiva, asfixiante, longe de prever o alcance e dimensões da mesma.
Temos que aprender a ser pragmáticos e a, sistematicamente, distinguir o essencial daquilo que é acessório, agindo em conformidade.
A realidade não se compadece com as manias de grandeza e o culto das aparências ...
Em nome dos nossos filhos, temos o dever e a obrigação de, na medida do que nos for possível, procurar prevenir os problemas que sabemos que o futuro nos reserva, e de nos apetrecharmos de forma a podermos enfrentá-los com a dignidade que advém da consciência do dever cumprido."
M.M.A.(Janeiro 30, 2013)
"Ontem, Hoje e Amanhã, sempre o Mar como fonte de tantos recursos por explorar!...
A nova arauta que está agora, em plena campanha eleitoral, a defender a causa da Água, não só não está a dizer nada de novo como se está a apropriar, indevidamente, de preocupações que sendo transversais à sobrevivência da Humanidade, o têm sido de muitos e já há muito tempo!..."
(Setembro 07, 2019)
Confesso, hoje e agora, não me recordar já de quem era a citada "arauta" e estar com preguiça de fazer uma pesquisa adequada mas, 10 anos depois da minha primeira reflexão mantém-se, para já, tudo na mesma com a excepção de algumas pinceladas alusivas ao tema abordado, também, nos últimos tempos.
A chuva do meu contentamento
A sentir a falta do cheiro da chuva na terra molhada e das sensações que este desperta.
Ao olhar para esta imagem fui levada a pensar nos milhões de pessoas para quem este cada vez mais escasso bem natural é raro e no que sentiriam se estivessem perante tão realística cena...
Que venha a chuva para todos aqueles que dela dependem e carecem e, com ela, as cores e a vida que lhe são inerentes.
Estamos em pleno Verão, não é suposto chover e, muito menos, desejar que chova.
No que me diz respeito e atendendo à zona do país em que vivo continuo a sentir, cada vez mais intensamente a sua falta e a sonhar que aconteça, que penetre os nossos campos, regue as nossas culturas, nos refresque a nós e a este ambiente sufocante, de tão seco, com que temos sido brindados há já muitas semanas.



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