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Alterações Climáticas, aquecimento global

 "Adapting to heat is necessary, but stopping the causes is essential." 

FB
« “Why is it so hot?”
Scientists warned us.
The climate reports warned us.
The floods, fires and broken temperature records warned us.
But we kept cutting trees, burning fossil fuels, expanding concrete cities and treating every warning like tomorrow’s problem.
Now tomorrow has arrived—with a heat alert.
This is not “just summer.” This is the climate crisis becoming harder to ignore.
Stay hydrated, check on elderly neighbours, avoid unnecessary outdoor activity during peak heat—and remember: adapting to heat is necessary, but stopping the causes is essential. »

China, alterações climáticas e inovações tecnológicas

 
"Quando a China despertar ... o mundo tremerá", Alain Peyrefitte

E assim aconteceu!...
 A China despertou, inovou, desenvolveu e é hoje uma superpotência em termos de investigação e desenvolvimento tecnológico.

Constituição da Nação "Iroquois", Responsabilidade Social


Numa altura em que tanto se fala de Alterações climáticas, do eminente perigo em que o planeta Terra se encontra na sequência das mesmas e no rescaldo da COP28 World Climate Action Summit realizada no Dubai, são inúmeras as questões pertinentes que ficam sem resposta.
Num mundo onde reina a hipocrisia e onde poucos são os que estão dispostos a prescindir das suas avultadíssimas fontes de rendimento e dos prazeres e privilégios que estas lhes proporcionam ( a começar pelo país anfitrião!), convinha visitar ou revisitar os ensinamentos das culturas autóctones, pré-coloniais, das diferentes regiões do mundo e fazer o exercício de retirar as ilações que se impõem.
Será que as competições automobilísticas, os rallies, todas as competições motorizadas foram postas em causa, enquanto forma de resposta aos problemas com os quais nos debatemos?
E quanto à propriedade privada, utilização e livre circulação de aviões e iates houve alguma abordagem? Foi objecto de medidas restritivas?
Se, como suspeito, estas e outras actividades de forte cariz poluente não tiverem sido questionadas e sujeitas a um apertado escrutínio, de nada valerão as declarações de intenções e nula, porque atrevida, será a autoridade moral para impor quaisquer restrições e medidas fiscais penalizadoras às populações em geral, aos cidadãos comuns, cujo impacto das suas actividades quotidianas em nada é comparável com as anteriormente referidas.

Furacões, Rescaldo

Depois da passagem do furacão:

* Siga todas as recomendações das autoridades competentes.
Não propague rumores ou informações exageradas sobre a situação;
* Se houver feridos, reporte-os imediatamente aos serviços de emergência;
* Certifique-se de que os seus alimentos estão em condições e não coma nada cru ou de origem duvidosa;
* Beba a água potável que armazenou ou ferva a que vai beber;
* Limpe cuidadosamente qualquer derrame de substâncias médicas, tóxicas ou inflamáveis;
* Inspeccione a sua casa para verificar se não há perigo de colapso;
* Permaneça em sua casa, caso esta não tenha sofrido danos;
* Mantenha desligados o gás, água e electricidade até estar seguro de que não há fugas nem perigo de curto-circuito;
* Certifique-se de que os seus aparelhos eléctricos estão secos antes de os ligar;
* Use o telefone unicamente para reportar emergências;
* Se tiver que sair evite tocar ou pisar postes ou cabos eléctricos;
* Colabore com os seus vizinhos na reparação dos danos;
* Em caso de necessidade, solicite a assistência das brigadas de salvamento ou das autoridades mais próximas.
Google Ilustr.

Furacões, evacuação

 
Hoje, mais do que nunca e atendendo às ameaças a que também nós passámos a estar sujeitos, é importante que comecemos a introduzir esta temática e a sua reflexão entre as preocupações da nossa vida quotidiana.
Só valorizando, sensibilizando e educando, tendo em vista uma interiorização colectiva dos riscos que corremos, poderemos trabalhar áreas tão importantes e fundamentais como as da prevenção e redução do impacto de fenómenos deste tipo.

Em caso de apelo à evacuação, por parte das entidades competentes :

* Abandone a sua residência sempre que a tal seja aconselhado.
* Abandone as zonas de baixa altitude durante o dia, se possível.
* Certifique-se de que fecha a água e o gás, de que desliga a electricidade e que fecha convenientemente a casa;
* Tape as janelas com tábuas ou persianas resistentes, e calce as portas de vidro de modo a evitar ao máximo o seu arrasto;
* Recolha, da frente de sua casa, todos os objectos que possam ser arremessados pelo vento e amarre em sítio seguro os demasiado grandes ou pesados;
* Não permaneça em casas móveis (ou pré-fabricadas) mas certifique-se de que as deixa o mais seguras possível;
* Certifique-se de que o seu automóvel tem combustível suficiente. Conduza cautelosamente usando as rotas de evacuação oficiais;
* Se estiver num barco abandone-o depois de se certificar de que o deixa seguro.
* Não regresse a casa sem que as autoridades competentes indiquem o fim do perigo.

Furacões, aproximação e medidas de prevenção

Durante a aproximação de um furacão:

* Siga todas as recomendações das autoridades competentes. 
Não propague rumores ou informações exageradas sobre a situação.
* Se a sua casa é segura e situada em locais elevados, mantenha-se em casa;
* Abandone zonas de baixa altitude, com risco de inundação;
* Abandone casas móveis (ou pré-fabricadas) e dirija-se para um abrigo mais substancial;
* Coloque faixas cruzadas (em forma de X) de fita adesiva nas janelas para evitar o arremesso de estilhaços, e abra uma janela do lado oposto à direcção do vento, para equilibrar pressões;
* Não abra as cortinas, estas servem de protecção contra estilhaços;
* Coloque tábuas, ou persianas resistentes, em janelas grandes;
* Armazene alguma água para consumo e para fins sanitários, nas banheiras, jarros, garrafas ou outros reservatórios;
* Regule o frigorífico no nível máximo de refrigeração e abra-o apenas quando necessário;
* Feche todos os depósitos de gás;
* Desligue todos os aparelhos dispensáveis e mantenha ligado o rádio a pilhas de modo a receber informação e instruções das autoridades competentes;
* Recolha de frente de sua casa todos os objectos que possam ser arremessados pelo vento e amarre em sítio seguro os demasiado grandes ou pesados;
* Tenha sempre à mão roupa impermeável;
* Cubra com material impermeável todos os objectos que se possam danificar em contacto com a água;
* Certifique-se de que o seu automóvel tem combustível suficiente e que tem a bateria em bom estado.

Furacões, origem e prevenção

 
Furacões, são tempestades de vento de alta velocidade acompanhados por chuvas torrenciais.
Têm origem no oceano onde o ar que sobe das águas quentes do mar gera uma zona de forte baixa de pressão. Esta zona puxa o ar com tanta força que provoca ventos que giram em torno do núcleo - "olho"- a uma velocidade superior a 290 km/h. O diâmetro do "olho" é de, aproximadamente, 32,19 km e o furacão pode alcançar algumas centenas de km de diâmetro.
Os furacões são geralmente previstos pelos meteorologistas bem antes da sua ocorrência.

O que se pode fazer antes do aparecimento anunciado de um furacão:

* Desenvolva um plano de emergência, para si e para a sua família, considerando várias situações (em casa, na rua, no trabalho, na escola) e prevendo os vários locais de abrigo possíveis;
* Procure conhecer bem a zona que habita e adquira um mapa da região, de modo a poder acompanhar a evolução de um furacão pelos boletins meteorológicos;
* Esteja atento à rádio e televisão, de modo a estar actualizado sobre este tipo de informação;
* Se planear um passeio para fora da sua região, informe-se sobre as previsões meteorológicas e tome as medidas necessárias caso o tempo seja ameaçador;
* Realize exercícios/simulações sempre que possível.

Tsunamis, origem e prevenção

 
A palavra “tsunami” é de origem japonesa e, traduzida à letra, significa “grandes ondas nos portos”.
Este fenómeno é caracterizado por ondas gigantes que normalmente se propagam pelos oceanos e que têm origem, com alguma frequência, em fenómenos sísmicos, erupções vulcânicas e outros tipos de explosões submarinas.

Em termos de História recente o maior tsunami de que se tem notícias foi o provocado pela erupção do vulcão Krakatoa, em que a onda produzida alcançou uma altura média de 42 m.

As recomendações seguintes têm como objectivo procurar ajudar a reduzir os danos que este fenómeno natural pode causar:

* Se vive na costa e sente um terramoto suficientemente forte para provocar gretas nas paredes, é possível que dentro dos vinte minutos seguintes possa produzir-se um maremoto ou tsunami.

 * Se for alertado pela proximidade de um tsunami, desloque-se para uma zona alta de pelo menos 30 metros acima do nível do mar, em terreno natural.
Grande parte dos tsunamis surge, inicialmente, com um recuo do mar que deixa a descoberto grandes extensões do fundo marinho. Corra e abrigue-se numa zona elevada, pois o tsunami poderá chegar com uma velocidade de mais de 100 km/h.

* Se estiver dentro de uma embarcação, dirija-se rapidamente para alto mar. 
O poder destrutivo de um tsunami verifica-se, apenas, na zona da costa. 
Tem origem a uns 5.600 metros da costa, a uma profundidade maior de 150 metros.

* Tenha sempre presente que um tsunami pode penetrar por rios, zonas húmidas vários quilómetros terra adentro, pelo que deve afastar-se das zonas costeiras. 

* Um tsunami pode ter 10 ou mais ondas destrutivas no espaço de 12 horas, pelo que deve precaver-se com roupa de abrigo, especialmente para as crianças. 

* Mantenha informada a sua família sobre o ponto de encontro posterior. 

* À semelhança de outras situações de emergência procure ter um rádio portátil e pilhas de reserva, de forma a poder manter-se informado.

E chove, finalmente!...

 
E chove, de novo e a sério, aqui nesta região que sempre parece tão esquecida pelos deuses da chuva, independentemente dos nomes que tenham.
Grata, muito grata à Depressão Bernard por esta verdadeira lufada de ar fresco que é a chuva que persiste em cair desde ontem.

Ave chuva!!!

Steve Cutts, MAN

 Steve Cutts
 Animação que, apesar de ter sido realizada em 2012, se revela de uma enorme actualidade no que diz respeito à mensagem profunda que visa transmitir: a natureza depredadora da condição humana.

It´s raining again!


E por cá começou, finalmente, a chover!!!
Será que o céu ouviu as nossas preces, se deixou encantar com as nossas danças e se comoveu com as nossas súplicas?
Uma chuva generosa, persistente, daquelas que molham os desprevenidos, lavam as nossas cidades, regam os nossos campos e aumentam o caudal dos nossos ribeiros, dos nossos rios ,... enfim, de todos os nossos reservatórios naturais de água, este cada vez mais precioso elemento, fonte de vida e de rejuvenescimento com que o Criador nos brindou.
AVÉ Chuva!
Abençoada sejas!
Infelizmente sei que não vem para ficar e só essa certeza me impede de festejar como desejaria. 

Living Stills Photography

Cheias e inundações, Prevenção

Habitualmente é possível prever uma cheia através dos níveis de água e das observações meteorológicas.
No entanto, uma cheia provocada por chuvas intensas e repentinas, dificilmente permitirá que as populações sejam avisadas.
Para atenuar sofrimento e prejuízos, cada cidadão que resida em zona de risco de cheia deve ter conhecimento das seguintes medidas de autoprotecção e procedimentos de segurança.

Se vive numa zona propícia à ocorrência de cheias:

*Procure estar atento às notícias de Meteorologia;
*Procure informações sobre o historial de cheias passadas;
*Identifique pontos altos onde se possa refugiar e que estejam o mais perto possível de casa ou do emprego;
*Elabore uma pequena lista dos objectos importantes que deve levar consigo numa possível evacuação;
*Pondere a hipótese de fazer um seguro da sua casa e do recheio;
*Arranje um anteparo de madeira ou metal para a porta da rua.
*Tenha sempre em casa uma reserva para dois ou três dias de água potável e alimentos que não se estraguem.
*Mantenha a limpeza dos arredores da sua casa.

Prepare um Kit de Emergência com o seguinte material:

*1 Rádio transístor e pilhas de reserva;
*1 Lanterna e pilhas de reserva;
*Velas e fósforos ou isqueiro;
*Medicamentos essenciais para toda a família;
*Agasalhos, reserva de roupa e objectos;
*Artigos especiais e alimentos para bebés;
*Fotocópias de um documento de identificação para cada membro da família;
*Fotocópias de outros documentos importantes.

Cheias e inundações, como agir

NA IMINÊNCIA DE UMA CHEIA:

*Mantenha-se atento aos noticiários da Meteorologia e às indicações da Protecção Civil transmitidas pela rádio e televisão;
*Conserve a calma. Transmita calma à sua volta;
*Acondicione num saco de plástico os objectos pessoais mais importantes e os seus documentos;
*Coloque à mão o seu kit de emergência.
*Transfira os alimentos e os objectos de valor para pontos mais altos da casa.
*Liberte os animais domésticos e proceda à evacuação do gado para locais seguros.
*Coloque um anteparo à entrada da casa. Retire do seu jardim ou quintal objectos que possam ser arrastados pelas cheias.
*Prepare-se para desligar a água, o gás e a electricidade, se for caso disso.

DURANTE A CHEIA :

MANTENHA A SERENIDADE.
*Procure dar apoio às crianças, aos idosos e aos deficientes;
*Continue atento aos conselhos da Protecção Civil;
*Prepare-se para a necessidade de ter de abandonar a casa;
*Desligue a água, o gás e a electricidade;
*Não ocupe as linhas telefónicas. Use o telefone só em caso de emergência;
*Não caminhe descalço nem saia de casa para visitar os locais mais atingidos;
*Não utilize o carro. Pode ser arrastado para buracos no pavimento, para caixas de esgoto abertas, ou até para fora da estrada;
*Não entre em zonas caudalosas. Há o risco de não conseguir suportar a força da corrente, além de que pode ocorrer uma subida inesperada do nível da água;
*A água da cheia pode estar contaminada com substâncias indesejáveis. Não a beba.
*Procure ter sempre uma atitude prática perante os acontecimentos.


CASO TENHA DE SER EVACUADO :
*Mantenha a calma e respeite as orientações que lhe forem transmitidas pela Protecção Civil;
*Não seja alarmista;
*Não perca tempo;
*Leve consigo uma mochila com os seus pertences indispensáveis, o kit de emergência e uma garrafa de água e bolachas;
*Esteja atento a quem o rodeia. Podem precisar da sua ajuda.

Fontes:
SNPC (Serviço Nacional de Protecção Civil)
Google

Chuva abençoada

 
«Many a man curses the rain that falls upon his head, and knows not that it brings abundance to drive away the hunger.»
Ilustr. Google

Finalmente temos chuva!!!
... na maior parte do território 😢

Sei que, como em tudo na vida, quem a tem e a sente em abundância lhe não dá o valor devido, o valor que realmente tem, sobretudo para todos aqueles que, vivendo em situações de seca extrema -  a que muitas regiões do planeta têm estado condenadas - como é o caso, passam meses e meses sem a ver, sentir e cheirar, ansiosamente à espera que chegue, que aconteça, que se manifeste em todo aquele esplendor que só olhos, gente e terras sequiosas conseguem reconhecer.


O Mar, fonte de recursos por explorar

MMA/Dolphin Safari, Portimão

01.10.2003

«A necessidade de água potável em muitas partes do mundo poderá ser suprida por meio de uma fonte natural: a luz do Sol. Engenheiros da Universidade da Flórida (Estados Unidos) desenvolveram um sistema que utiliza vácuo induzido por gravidade e energia solar, ao invés de eletricidade ou combustíveis fósseis para dessalinizar água. Com isto, a necessidade de água potável em muitas partes do mund poderá ser suprida por meio de uma fonte natural e renovável de energia: a luz do Sol.»
«(...)"Nós sabemos que a natureza utiliza energia solar para extrair água pura da água salgada," afirma Yogi Goswami, professor de Engenharia Mecânica do Laboratório de Energia Solar daquela Universidade. "Nós usamos o mesmo processo da natureza, exceto que nós aceleramos o processo."
A natureza tem o seu próprio processo de dessalinização. A água pura evapora do oceano, forma nuvens, condensa-se e cai sob a forma de chuva. Os cientistas recriaram e aceleraram esse processo explorando a energia solar e a pressão atmosférica natural.»

Atenta ao que se passa à minha volta, e preocupada enquanto mãe e cidadã, recuso-me a pensar que os meus filhos estejam na eminência de ter, não só o futuro como a sobrevivência comprometidos!
Entretanto dou comigo a procurar, com alguma ansiedade, soluções alternativas que possam ajudar, de alguma forma, a atenuar e/ou mesmo remediar alguns dos problemas com os quais, dentro de algum tempo, teremos de nos confrontar.
Apesar de Portuguesa sou, também, Moçambicana e, habituada a que os portugueses de Portugal "só ponham trancas nas portas depois de estas serem arrombadas", aflige-me a sua culturalmente crónica ausência de previsões estratégicas relacionadas com a prevenção de riscos e, sobretudo, de catástrofes.

 Ora, sendo a água um bem precioso, já tão escasso em muitas regiões do mundo e cuja escassez ameaça estender-se a todo o planeta, e sendo nós favorecidos com uma tão extensa e rica orla costeira, não seria mais inteligente e prudente, investir em processos de dessalinização da água dos nossos mares, em detrimento de outros projectos e de tantas outras obras de fachada que só servirão alguns, os mesmos que, atendendo ao poder económico que detêm sobrevivem e sobreviverão a todas as crises, incluindo a de uma, já tida como certa, grave crise de falta de Água?
Sendo uma alternativa utilizada, há já muitos anos, por países tais como os EUA, Chile, Brasil, Grã-Bretanha e do Médio Oriente, como Israel e o Kuwait, entre outros, por que não aproveitamos esta nossa proximidade com o mar e recorremos aos conhecimentos e experiência de quem, por necessidade e/ou inteligência e visão estratégica, implementou já estes processos?
Somos um país pobre e com poucos recursos que não tem sabido explorar as suas potencialidades reais.
Como nunca foi nossa preocupação lutar e trabalhar com vista à aquisição, manutenção e preservação da nossa própria autonomia, face à dependência do exterior encontramo-nos, agora, numa situação aflitiva, asfixiante, longe de prever o alcance e dimensões da mesma.
Temos que aprender a ser pragmáticos e a, sistematicamente, distinguir o essencial daquilo que é acessório, agindo em conformidade.
A realidade não se compadece com as manias de grandeza e o culto das aparências ...
Em nome dos nossos filhos, temos o dever e a obrigação de, na medida do que nos for possível, procurar prevenir os problemas que sabemos que o futuro nos reserva, e de nos apetrecharmos de forma a podermos enfrentá-los com a dignidade que advém da consciência do dever cumprido." 
M.M.A.(Janeiro 30, 2013)

"Ontem, Hoje e Amanhã, sempre o Mar como fonte de tantos recursos por explorar!...
A nova arauta que está agora, em plena campanha eleitoral, a defender a causa da Água, não só não está a dizer nada de novo como se está a apropriar, indevidamente, de preocupações que sendo transversais à sobrevivência da Humanidade, o têm sido de muitos e já há muito tempo!..."
(Setembro 07, 2019)

Confesso, hoje e agora, não me recordar já de quem era a citada "arauta" e estar com preguiça de fazer uma pesquisa adequada mas, 10 anos depois da minha primeira reflexão mantém-se, para já, tudo na mesma com a excepção de algumas pinceladas alusivas ao tema abordado, também, nos últimos tempos.

A chuva do meu contentamento

 

A sentir a falta do cheiro da chuva na terra molhada e das sensações que este desperta.

Ao olhar para esta imagem fui levada a pensar nos milhões de pessoas para quem este cada vez mais escasso bem natural é raro e no que sentiriam se estivessem perante tão realística cena...

Que venha a chuva para todos aqueles que dela dependem e carecem e, com ela, as cores e a vida que lhe são inerentes.

Ilustr. Google
(Janeiro 20, 2022)

Estamos em pleno Verão, não é suposto chover e, muito menos, desejar que chova.

No que me diz respeito e atendendo à zona do país em que vivo continuo a sentir, cada vez mais intensamente a sua falta e a sonhar que aconteça, que penetre os nossos campos, regue as nossas culturas, nos refresque a nós e a este ambiente sufocante, de tão seco, com que temos sido brindados há já muitas semanas.