Reinier Van Lanschot (Parlamento Europeu - Volt Europa)
FB
Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e múltiplas contingências do Presente
Acordo Trump-Putin sobre diesel, Efeitos colaterais
A propósito da necessidade de regulação da IA
(Fontes na página)
Óptima banda sonora.
Donald Trump, sem perdão pelo fecho do Estreito de Ormuz
Há limites para a impunidade, sobretudo quando esta ultrapassa fronteiras e se repercute na vida de milhões de pessoas, povos e nações.
Não há volta a dar.
Criou o problema, tem de o assumir enquanto tal e de o resolver rapidamente!
Estamos todos a sofrer as consequências de péssimas e irresponsáveis decisões unilaterais, que foram tomadas sem qualquer tipo de informação e/ou consulta prévia a quem de direito.
O mundo, a economia global, as economias regionais, estão a sofrer, a sentir no bolso e na pele, as consequências de tal leviandade.
Não há hipótese de negociar aquilo que é inegociável.
E muito menos de tirar proveito dos escombros de cuja magnitude foi o único responsável.
Não escolhemos nem procurámos a via do precipício e, como tal, esperamos que de entre os que têm poder para interferir, ainda haja alguns "iluminados" capazes de o confrontar, de simplesmente dizerem "Basta"! e de contribuir para a restauração da normalidade.
Ilustr. FB
Era Donald Trump, quando o insólito acontece
Trump(ices), os factos em imagens XIII - estranha forma de exercício presidencial!...
Não compreendia o processo que o levou a manipular e arrastar multidões e a rodear-se de tantos "acólitos".
Questionava-me sobre como foi possível que tamanha distorção da realidade (ao tempo) tivesse sido, não só aceite e interiorizada, como acerrimamente defendida e estruturalmente implementada ao ponto de conduzir a uma guerra mundial...
Encontrei, finalmente, a resposta em Donald J. Trump *, no seu comportamento dentro e fora de fronteiras, na sua forma de ser, estar, na desfaçatez com que a todos destrata (a quem o contraria), na forma como gere e interfere nas relações internacionais e no proveito que delas tira, tanto em benefício próprio como do "clã" familiar.
Com contornos diferentes daqueles que a caracterizaram nos séculos XVII e XVIII (em termos de época e de contextos), somos confrontados com este fenómeno cuja novidade, para além de ocorrer num diferente contexto paradigmático, se traduz no tipo de protagonistas que a ela recorrem:
Escudados pelo cargo que ocupam, a coberto da imunidade que lhes é conferida, sob o pretexto de defenderem o superior interesse das nações que é suposto representarem e usando e abusando das respetivas forças armadas e correspondente erário público não servem o estado, servem-se dele.
Era Donald Trump, Memorando de entendimento EUA - Irão
Versailles (17.06.2026)
Era Donald Trump, Cimeira do G7 2026
Trump(ices), os factos em imagens XI - Cimeira do G7, Evian, França
(15-17 Junho 2026)
Fonte: Facebook
Era Donald Trump, para memória futura
Richard Gere, desarmar a ditadura
"Estamos a viver o período mais negro que já presenciei neste planeta.
Quem diria que a América se poderia tornar assim?
Quem diria que um maníaco como este viria a ser Presidente dos EUA e que destruísse todas as coisas boas (...) desde o primeiro dia que ele destruiu quase tudo o que era positivo no governo e povo americanos.
Como foi possível? Porque estávamos a dormir, não nos importámos, não votámos, não prestámos atenção ... claro que não votei nele, mas não desenvolvi esforços no sentido de, habilmente, convencer aqueles que me rodeavam de que era uma loucura eleger esta pessoa para Presidente dos EUA.
Todos somos responsáveis por esta situação, mas é espantoso como tão rapidamente, no espaço de algumas semanas, ele desmantelou os EUA."
Com o objectivo de exemplificar o que se está a passar nos EUA, referiu-se a Dachau (campo de concentração próximo de Munique) e ao espaço de 45 anos que mediou as suas duas visitas ao memorial, chamando à atenção para o facto de ter havido uma alteração profunda, em termos de exposição e apresentação do mesmo.
Assim, de mera exposição de objectos, artefactos e restos humanos evoluiu no sentido de mostrar o processo de transformação do governo e sociedade alemães desde meados dos anos 30 do século passado (1930s) e de como, muito rapidamente, pessoas boas se transformaram em monstros.
Trad. Maria M. Abreu
Era Donald Trump, Adulação
Era Donald Trump, Como negociar
Como sobreviver a um ataque nuclear
Sejamos claros, no momento em que nos encontramos, teremos de contemplar todas as hipóteses, por mais aterradoras que sejam.
E já que, pelo menos por agora, não podemos contar com iniciativas governamentais no sentido de sensibilizar a população para os riscos de uma hipotética guerra nuclear, os seus efeitos e quais os procedimentos a adoptar no caso de uma tal eventualidade caber-nos-á a nós, elementos da sociedade civil, levantar as questões e pressionar os agentes do ou dos eventuais ministérios envolvidos a trabalhar estas questões.
Apesar de poder ser considerado um pensamento perverso, continuo a pensar que o facto de não termos participado directamente na II Guerra mundial nos condenou a décadas de atraso cultural atendendo ao facto de, ao não sofrermos e vivenciarmos directamente as tragédias e horrores sofridos pelas nações que estiveram profundamente envolvidas no conflito, não termos desenvolvido, em termos colectivos, algo semelhante a uma "consciência colectiva"/instinto de defesa/cultura de resiliência*
* Bom, o significado que encontrei no Modo IA do Google parece reforçar esta ideia!...
Era Donald Trump, Tragédia!
Trump(ices), os factos em imagens III -Tragédia!
Quando dois países, cujos respetivos governantes se encontram a contas com a Justiça, acobertados pelo cargo que ocupam e, em nome dos seus interesses pessoais, se concertaram para destruir uma civilização milenar e estão a levar ao colapso da ordem internacional baseada em regras e no respeito pelas mesmas ...
... Não, a tragédia é dos EUA e do povo Americano por terem eleito, para Presidente da República, alguém tão inapto e inconveniente como Donald Trump mas, mais trágica ainda é a dimensão global resultante das suas tresloucadas decisões de política internacional...
A tragédia é de uma dimensão global!!!
Era Donald Trump, Papa Leão XIV
Fonte: Facebook
Uma Real lição do conceito de Democracia
«(...)A king sounding more committed to democratic restraint than the party that claims to protect it. No shouting, no chaos, just a single line that cut through everything...
...Trump’s entire political identity is built on projecting dominance and control. But in this moment, he’s reduced to reacting while a global figure redefines the conversation without even engaging him directly.
Trump pushes power.
Republicans fold.
A monarch outclasses them all.
This wasn’t loud. It didn’t need to be. The quiet precision made the embarrassment unavoidable, exposing exactly who respects limits and who is desperate to erase them...»









































