Mostrar mensagens com a etiqueta Função Pública. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Função Pública. Mostrar todas as mensagens

A bem da Nação, privatizem-se os serviços públicos

 
A bem do normal funcionamento do país, da desejável e necessária articulação entre os diferentes serviços, do estrito cumprimento dos propósitos que subjazem à sua criação e existência, da justificação dos salários e privilégios que auferem e que são pagos por todos nós, é urgente uma intervenção imediata junto destes serviços e respetivas repartições públicas que grassam pelo país, de forma a acabar com os abusos instalados na sequência dos anos da Pandemia.
Os atendimentos por marcação, em pleno horário normal de funcionamento são uma aberração, constituem um gravíssimo atentado à fluidez e produtividade nos diferentes serviços, demonstram um total desrespeito pelo público e cidadãos em geral e servem, apenas, os interesses daqueles que neles se refugiam.
Se o Estado não tem capacidade para disciplinar e avaliar os seus serviços e funcionários e exigir das suas prestações o que deveria ser expectável então, apetece dizer, melhor será entregar as suas competências a privados.
Talvez, assim, se evitasse o despautério de chegarmos a uma repartição pública, de província, completamente vazia e em pleno horário de funcionamento e sermos mandados embora porque, após a hora de almoço, só se fazem atendimentos por marcação.

Greves às Sextas

 

Altamente convenientes são as Greves da Função Pública às Sextas-Feiras!!!

Muito justamente, todos falam em aumento de salários mas, CURIOSAMENTE, ninguém se refere ao aumento de Produtividade!...
Condição sine qua non para que se possa verificar, justa e racionalmente, a primeira condição.

Trabalhadores privilegiados no panorama nacional do mundo laboral*, supostamente ao serviço do Estado e, por conseguinte, de todos nós, cada vez mais se pressente, hoje em dia, que estão lá, nas repartições, essencialmente para se servirem a eles próprios e aos seus interesses, em detrimento do Estado e de todos nós cidadãos, razão de ser dos seus postos de trabalho e consequentes remunerações.

Repartições públicas na era pós-Pandemia

Completamente indiferentes ao grau de satisfação dos utentes e protegidos pelas máquinas das senhas -  que tudo leva a crer manipulam - chegamos ao ponto de chegar a um serviço/repartição pública à hora de abertura e de já não termos senha para podermos ser atendidos no decurso da manhã e/ou tardes inteiras.
Situação inconcebível, que se não justifica actualmente e para a qual não deveria haver qualquer tipo de tolerância por parte dos organismos que as tutelam.

* Emprego vitalício (por alguma razão era muito apetecível, há muitos anos atrás, arranjar emprego na função pública!), 14 meses de pagamentos garantidos, Serviços de Saúde particulares a preços muito mais acessíveis do que aos cidadãos comuns, uso e abuso das greves sem colocar em causa os seus postos de trabalho e por aí adiante...

Ilustr. Gif Google

Repartições públicas na era pós-Pandemia

 Repartição Pública (algures no Algarve)

Segurança Social às 11:20 da manhã
Setembro/2023

É incompreensível, mesmo revoltante, compreender o que se passa em muitas das repartições públicas portuguesas.
Como é possível que, ao chegarmos a meio da manhã a uma repartição do Estado, nos seja negado o direito ao atendimento geral!...