Trump(ices), os factos em imagens XV - Destruição de "Bot Farms" Russas
Canadians against all things Trump FB
O que é um bot de redes sociais? | Definição de bot de redes sociais
Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e múltiplas contingências do Presente
Trump(ices), os factos em imagens XV - Destruição de "Bot Farms" Russas
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Trump(ices), os factos em imagens III -Tragédia!
Quando dois países, cujos respetivos governantes se encontram a contas com a Justiça, acobertados pelo cargo que ocupam e, em nome dos seus interesses pessoais, se concertaram para destruir uma civilização milenar e estão a levar ao colapso da ordem internacional baseada em regras e no respeito pelas mesmas ...
... Não, a tragédia é dos EUA e do povo Americano por terem eleito, para Presidente da República, alguém tão inapto e inconveniente como Donald Trump mas, mais trágica ainda é a dimensão global resultante das suas tresloucadas decisões de política internacional...
A tragédia é de uma dimensão global!!!
Ao sr. Putin, actual Presidente da Federação Russa
Nem sequer consigo começar esta missiva com o tão habitual, como formal, "Caro"...
Porque o senhor, para mim, representa exactamente tudo aquilo que se opõe a qualquer sentimento de cordialidade.
Ouço e olho para o que se está a passar na Ucrânia, em busca de uma explicação plausível, algo lógica, à luz da suposta aquisição de um conjunto de conhecimentos milenares acumulados pela humanidade e da evolução do pensamento do séc. XXI, e confesso não conseguir encontrar e, muito menos compreender, a avalanche demolidora de que o senhor é o mentor ao se permitir invadir, no ano de 2022, um país soberano como é a Ucrânia.
... Ainda se o senhor, à semelhança do seu homólogo Ucraniano, estivesse ao lado dos seus soldados, dando o exemplo e o seu corpo ao manifesto, lutando ombro a ombro com os mesmos e defendendo os seus pensamentos delirantes, eu poderia, num derradeiro esforço, tentar compreender, no mínimo, o reconhecimento da sua coerência e de que o senhor seria o primeiro a sacrificar-se em defesa das suas causas ...
Mas não ... o senhor começa por abusar do seu exército, dos homens e mulheres oriundos do seu país, do seu povo, usando-os como carne para canhão sem qualquer complacência por eles próprios, as suas vidas, as suas famílias, os seus sonhos ...
O senhor é, actualmente, o símbolo das Maldade e Crueldade humanas, do que de pior o ser humano é capaz sempre, mas sempre resguardado, pela inerente Cobardia que caracteriza todos os homens e mulheres desprovidos de carácter e de sentimentos compassivos.
Do luxuoso e "fortificado" isolamento do seu bunker, cobardemente escondido e protegido à custa do seu Povo e da Pátria que pretende amar, em nome de uma megalomania que só pode ser resultante e manifestação de uma ou várias patologias, o senhor tudo faz para esquecer, negando, a sua condição mortal, aquela à qual não poderá fugir, independentemente das equipas técnicas de que se rodeia, de novo e sempre à custa do Povo em nome do qual fala.
Uma megalomania patológica, com consequências tão criminosas como devastadoras, e sem cabimento na era em que vivemos e com os problemas globais com os quais nos debatemos, enquanto Humanidade.
Para cúmulo, sei que o senhor é uma pessoa com formação académica superior que tem, inclusivamente, um doutoramento e, perante essa realidade e as provas que deu de ser uma pessoa inteligente, mais incompreensíveis, mesmo dignas de espanto, são essas suas retrógradas convicções, características de um obscurantismo que muitos de nós pensávamos não ser mais possível nos tempos que correm vindas, sobretudo, da parte de pessoas que integram o mundo académico.
Em jeito de conclusão, perante a estupefacção que domina a minha mente e os meus sentimentos, sei que o senhor é, pelo menos, pai de 2 filhas e que também já é avô e dou comigo a perguntar a mim própria o que sentirão as mesmas e toda a sua família, perante as barbaridades que o senhor está a mandar cometer à Ucrânia e ao louvável Povo Ucraniano.
No meu país há um provérbio que diz que "quem a ferros mata, a ferros morre" e, infelizmente para si, não merece qualquer outro destino que não seja esse, o de conhecer um pouco do inferno de que o senhor se tornou autor.
"For a small amount of perspective at this moment, imagine you were born in 1900. When you are 14, World War I starts, and ends on your 18th birthday with 22 million people killed. Later in the year, a Spanish Flu epidemic hits the planet and runs until you are 20. Fifty million people die from it in those two years. Yes, 50 million.
When you're 29, the Great Depression begins. Unemployment hits 25%, global GDP drops 27%. That runs until you are 33. The country nearly collapses along with the world economy. When you turn 39, World War II starts. You aren’t even over the hill yet.
When you're 41, the United States is fully pulled into WWII. Between your 39th and 45th birthday, 75 million people perish in the war and the Holocaust kills six million. At 52, the Korean War starts and five million perish.
At 64 the Vietnam War begins, and it doesn’t end for many years. Four million people die in that conflict. Approaching your 62nd birthday you have the Cuban Missile Crisis, a tipping point in the Cold War. Life on our planet, as we know it, could well have ended. Great leaders prevented that from happening.
As you turn 75, the Vietnam War finally ends. Think of everyone on the planet born in 1900. How do you survive all of that? A kid in 1985 didn’t think their 85 year old grandparent understood how hard school was. Yet those grandparents (and now great grandparents) survived through everything listed above.
Perspective is an amazing art. Let’s try and keep things in perspective. Let’s be smart, help each other out, and we will get through all of this.
In the history of the world, there has never been a storm that lasted.
This too, shall pass."
The Hippies were Right/FB
Depois de ter hesitado e procurado alternativas, mais directas e transparentes, para fazer chegar esta magnífica mensagem a esta página, acabei por recorrer ao velho método do copy/paste com a enorme preocupação de, não só revelar a fonte como, também, de a louvar, agradecendo ao autor/a o alento que me deram ao abordar, partilhando, esta sua perspectiva.
E foi esta lição - a de procurar incentivar-nos a manter as coisas em perspectiva, relativizando o dramatismo do momento que, globalmente, a todos está a afectar - foi este apelo a um rápido revisitar de alguns dos momentos mais dramáticos da História mundial do séc.XX, que me fizeram refletir e fazer o exercício de, com toda a humildade, relegar para um segundo plano toda e qualquer tentação de vitimização decorrente das dificuldades com as quais me tenho defrontado.
No decurso destes últimos dias tenho-me lembrado, com muita frequência, desta citação de Albert Einstein.
Com a televisão ligada a maior parte do tempo, é com uma grande angústia e uma enorme revolta que vamos ouvindo e assistindo às constantes notícias, reportagens e cenários de dor e de destruição causados por uma guerra completamente estéril, bárbara e totalmente irracional num mundo que, também ele, parece aceitar, pactuar e embarcar na mesma irracionalidade.
Doi-me a alma, e o coração e o pensamento sempre que vejo e ouço o Presidente Volodymyr Zelensky, um exemplo de uma heroicidade que eu pensava não existir mais, de amor à sua Pátria e aos valores a que a mesma aspira, suplicar a ajuda e intervenção das potências e países de cujo apoio tem estado dependente.
Os mesmos países e potências que, muito embora respaldando-o, se permitem seleccionar o tipo de ajuda e apoio que prestam enquanto, simultâneamente, vão assistindo, não serenos mas impávidos, a um rasto de destruição e ao prolongar de um sofrimento que aumentam de dia para dia na sequência dos consecutivos e inqualificáveis ataques contra um país - a Ucrânia - cidades e populações que se sentem e estão, de facto, exclusivamente entregues a si próprias, nos diferentes cenários internos de guerra.
Um povo e uma Nação que tem mostrado ao mundo inteiro ser de uma coragem e resiliência exemplares (mesmo notáveis!) e que tem estado a ser vítima de gravíssimas violações do Direito Internacional, de uma sistemática amálgama de irregularidades e atentados aos mais básicos Direitos, não só humanos como civilizacionais ...
Glória à Ucrânia e ao povo Ucraniano!
Março 05, 2022
Permitir agora, para julgar e castigar depois!
Guerra nossa, sangue nosso.
A mim, que "fervo em pouca água" e sempre procuro abreviar situações problemáticas parece-me cínico, mesmo obsceno, não só permitir como assistir ao prolongar de uma guerra que de dia para dia vai ceifando mais vidas, destruindo, traumatizando e desestruturando mais famílias, criando mais orfãos e devastando mais território.
Depois de 2 complicadíssimos anos de Pandemia, num momento em que estamos a tentar recuperar e reerguer-nos, tanto em termos individuais como colectivos, a perspectiva de estarmos à beira de um abismo, sob a eminente ameaça de uma guerra mundial é algo que, para além de aterrador, pareceria inaceitável num mundo culto, inteligente, informado e racional ...
Apesar de Putin ter muitos tiques semelhantes, uma ambição desmedida, uma total ausência de escrúpulos, uma enorme revolta dentro dele (desmantelamento da URSS), um grande exército pronto a responder aos seus impulsos, armamento sofisticado e um povo dominado pela ditadura, pobre e inculto, como convém, esperemos que se não venha a transformar numa versão Hitleriana do séc. XXI ...
Que Deus nos proteja de semelhante destino!...
(Fevereiro, 23, 2022)
E a guerra continua, prolongando-se e sem fim à vista.
Ontem o Presidente Volodymyr Zelensky, presença constante nos nossos ecrãs, assinalou os 500 dias de guerra na Ucrânia.
A ameaça de uma III guerra mundial não é mais uma hipótese porventura remota, mas algo de muito concreto que a qualquer momento pode ser despoletado face aos últimos desenvolvimentos protagonizados pelos EUA.
E se nós nos não protegemos, a que propósito é que Deus teria de o fazer?!...