Um tributo a Rosie the Riveter, símbolo de todas as mulheres Americanas que, na retaguarda, e ocupando muitos dos postos de trabalho deixados livres pelos homens que partiram para a linha da frente, contribuíram com o seu enorme esforço e trabalho para a victória das forças aliadas, durante a II Guerra Mundial.
Rosie the Riveter, o ícone feminino da II Guerra Mundial
Sheridan Harvey explores the evolution of "Rosie the Riveter" and discusses the lives of real women workers in World War II.
Sheridan Harvey is Women's Studies Specialist in the Humanities and Social Sciences Division and senior editor of "American Women," a resource guide for the study of women's history and culture in the United States.
"The more WOMEN at work the sooner we WIN "
Um video rico em informação, muito bem concebido (proveniente da Librairy Congress of Washington D.C) e que faz um relato, muito interessante e esclarecedor, sobre o papel desempenhado pelas mulheres americanas, na II Guerra Mundial.
Rosie the Riveter tornou-se o símbolo, propositadamente concebido e posteriormente adoptado, em representação da força, não só anímica como física das mulheres, e da sua fundamental contribuição para o tecido produtivo da Nação.
E é este conhecimento e reconhecimento que, sem que nos apercebamos, nos dá algum alento para nos mantermos firmes e prosseguirmos a nossa labuta diária e cheia de novos desafios com a esperança possível. Individual e/ou colectivamente, em circunstâncias totalmente diversas, em diferentes épocas e contextos e em tempos igualmente tão conturbados em algumas regiões do planeta.
Não somos únicas, não estamos sós e muitas outras, antes de nós e em circunstâncias bem mais adversas, o fizeram, venceram e deram o seu inestimável contributo para um mundo melhor, mais justo e equilibrado. Pena é que este esforçado contributo tenha sido tão fugaz!...
Depois de incontáveis tentativas, sempre frustradas, de recuperar a propriedade e administração de um blogue que fui alimentando ao longo de anos, tomei a decisão (terapêutica para mim!) de recomeçar tudo de novo, criando um novo blogue que possa, não só reproduzir conteúdos exclusivamente criados por mim e anteriormente publicados no blogue que era o meu, mas dar continuidade às divagações que se me forem impondo.
Com a perspectiva, o desprendimento, a liberdade e relativização que são privilégio da idade, na medida em que vai avançando.
Neste momento sinto-me feliz por, não pertencendo às gerações nascidas e criadas na era da informática, ter conseguido ultrapassar, sózinha, as dificuldades com as quais me debati durante meses vencendo mais uma batalha e atingindo os meus objectivos.