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Four Vagabonds, Rosie the Riveter

 

"All the day long, whether rain or shine,
she is a part of the assembly line,
she is making history,
working for victory ..."

Um tributo a Rosie the Riveter, símbolo de todas as mulheres Americanas que, na retaguarda, e ocupando muitos dos postos de trabalho deixados livres pelos homens que partiram para a linha da frente, contribuíram com o seu enorme esforço e trabalho para a victória das forças aliadas, durante a II Guerra Mundial.

Rosie the Riveter, o ícone Feminino da II Guerra Mundial

 
"Durante os tempos difíceis vividos, na época, coube às mulheres a árdua tarefa de substituírem os homens nos diferentes sectores produtivos da nação, integrando linhas de montagem, não só em fábricas e estaleiros como nas quintas, sector militar e outros, tradicionalmente associados ao género masculino.
Encarando a situação como transitória (sacrifício/esforço de guerra), encontraram forma de a compatibilizar com os seus papeis tradicionais (esposas e mães de família), entendidos como valores sociais a preservar."
Samantha Warren

Tradução e adaptação
Maria M. Abreu

Rosie the Riveter, Real Women Workers in World War II

 
Rosie the Riveter, o ícone feminino da II Guerra Mundial

Sheridan Harvey explores the evolution of  "Rosie the Riveter" and discusses the lives of real women workers in World War II.
Sheridan Harvey is Women's Studies Specialist in the Humanities and Social Sciences Division and senior editor of "American Women," a resource guide for the study of women's history and culture in the United States.
"The more WOMEN at work the sooner we WIN "

Um video rico em informação, muito bem concebido (proveniente da Librairy Congress of Washington D.C) e que faz um relato, muito interessante e esclarecedor, sobre o papel desempenhado pelas mulheres americanas, na II Guerra Mundial.
Rosie the Riveter tornou-se o símbolo, propositadamente concebido e posteriormente adoptado,  em representação da força, não só anímica como física das mulheres, e da sua fundamental contribuição para o tecido produtivo da Nação.

E é este conhecimento e reconhecimento que, sem que nos apercebamos, nos dá algum alento para nos mantermos firmes e prosseguirmos a nossa labuta diária e cheia de novos desafios com a esperança possível. Individual e/ou colectivamente,  em circunstâncias totalmente diversas, em diferentes épocas e contextos e em tempos igualmente tão conturbados em algumas regiões do planeta.
Não somos únicas, não estamos sós e muitas outras, antes de nós e em circunstâncias bem mais adversas, o fizeram, venceram e deram o seu inestimável contributo para um mundo melhor, mais justo e equilibrado.
Pena é que este esforçado contributo tenha sido tão fugaz!...