Comércio Local, a ditadura do pagamento em dinheiro

Há anos que vivo quotidianamente com esta situação, que me sujeito às "regras"/caprichos impostos pelos comerciantes locais, mas confesso que começo a estar muito farta e a ficar, intelectualmente, menos tolerante perante esta desfaçatez!
Não sei se a situação se generaliza ao país inteiro (espero que não!) mas aqui, na região onde vivo, o Algarve, é uma constante.
Desde o cabeleireiro, à lavandaria, passando pelo pequeno restaurante, café ou snack-bar, que somos confrontados com a situação - problemática para muitos de nós - da ausência de alternativas no que diz respeito à forma de pagamento.
Em resumo: ou pagas em dinheiro ou, não consomes!!!
Também se dá o caso de poderes ser encaminhado para a caixa Multibanco mais próxima.
De qualquer forma ficas a saber que, se pensares em voltar, tens de ter a preocupação (mais uma!!!) de vir prevenido com dinheiro vivo (cash).
Ora eu sei que são pequenos comerciantes, que não têm um grande volume de negócios, que pagamos todos muitos impostos (o Estado Social e não só!) mas, a permissão deste estado de coisas, por parte das autoridades competentes, para além de ser uma grande injustiça relativamente a quem cumpre e se sujeita a um maior escrutínio, constituem um descarado atropelo a alguns dos direitos fundamentais dos consumidores.
Em meu entender, e de forma a facilitar a vida dos consumidores - razão de existir dos comerciantes - havendo, actualmente, diferentes formas e opções de pagamento, independentemente da dimensão do estabelecimento comercial, deveria ser obrigatório haver, pelo menos, uma opção electronica para além da tradicional, o dinheiro.
E não tem de ser, directamente, através do sistema bancário que, aparentemente, é bastante dispendioso.
Temos o MB WAY, por exemplo.
Para além de muitas outras razões de peso, seria uma forma de libertar o  consumidor de mais uma preocupação totalmente desnecessária em pleno séc. XXI.

Processo de envelhecimento

Se tiver sorte de ter saúde e viver bastantes anos!...

Como convivo diariamente com plantas com flores (angiospérmicas), assisto a este processo no mundo vegetal: a planta amadurece, depois produz botões florais que se vão desenvolvendo até se transformarem em flores que resplandecem em toda a sua beleza e depois, passado algum tempo, começam a perder a sua vitalidade, a definhar gradualmente, até murcharem por completo.

Quanto a nós, humanos, o problema não é a racionalização, nem a compreensão do facto ... o problema é, definitivamente, a aceitação do processo, enquanto tal!...

Face à escassez de mão-de-obra

Feito o planeamento, concluído e aprovado o projecto, aparentemente, bastam um ou vários enormes camions carregados de brita e o recurso a meia dúzia de outras máquinas com diferentes funções  - terraplanagem, pavimentação, compactação, entre outras - para construir uma estrada de forma rápida,  eficiente e sem recurso a uma grande quantidade de mão-de-obra.
Será que é possível?... É que, se assim for, poderá estar resolvido o problema da escassez de trabalhadores nesta área!...

Facebook reel

Edgar Morin, complexidade e incerteza

No dia da morte do filósofo e sociólogo Edgar Morin, um "optipessimista", de acordo com a sua autodefinição, apeteceu-me postar este video (6:25) onde ele desenvolve uma breve resenha histórica, política e filosófica sobre os avanços e retrocessos das sociedades, ao longo dos anos (séc. XX).
Fazendo uma analogia entre as ideologias políticas e as diferentes religiões, enquanto vias de redenção humana, defende que o impacto e preponderância destas, nas sociedades, se vai alternando, de acordo com a ascensão e queda dos diferentes sistemas ideológicos.

Predador, projecto educativo

O perigo dos encontros combinados a partir da internet.
Este vídeo tem já bastantes anos e foi feito numa escola Americana.
Tinha como objectivo alertar para os perigos reais dos encontros combinados na internet e visava, como é óbvio, todos os jovens de todas as escolas dos EUA.
Quanto a mim, enquanto mãe de filhos adultos e cidadã, gostaria que as crianças e jovens do meu país tivessem tido e tenham as mesmas oportunidades de acesso a este tipo de informações e que as respetivas escolas trabalhassem estes temas, desenvolvendo os seus próprios programas de alerta e prevenção.

Conclusão:

Trevor- Esperamos que o que acabaram de ver vos faça perceber como é fácil que, alguém online, vos leve a acreditar numa mentira.
O que observaram pode acontecer a qualquer criança em todo o país, independentemente do local onde viva.
Director- Trevor, estás absolutamente certo. A única forma de nos protegermos é procurarmos ser mais espertos do que os criminosos. Foi por isso que fizemos este vídeo, para vos dizer que a nossa escola faz a diferença. Tal como nós, todas as outras escolas deveriam ter os seus programas de alerta aos seus alunos.
Trevor- Há muitas pessoas perigosas na internet. Que pretendem fazer-se passar por aquilo que não são.
Director- O meu nome é Jim e ele é o Trevor.
Como director, pensei que era necessário para todos os nossos alunos, dar-lhes os instrumentos necessários para se manterem seguros...
Trevor- Nós precisamos de saber como reconhecer o Perigo, na internet...