Duc in Altum
Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e múltiplas contingências do Presente
Mahatma Gandhi, fome e religião
Daniele Silvestri, Il mio nemico
Manifesto contra a Guerra!... Contra todas as guerras!!!
«Il mio nemico» é uma canção contra a guerra e a sua instrumentalização baseada em interesses económicos.
adora armas, mas não as usa,
guarda os seus cartões Visa no coldre,
e quando mata, não pede desculpa."
" Finchè sei in tempo tira,
e non sbagliare mira
Probabilmente il bersagilio che vedi,
è solo l'abbaglio di chi da dietro spera
che tu ci provi ancora,
Perchè poi gira e rigira gli serve solo una scusa
La fregatura è che c'è sempre un altro che paga,
e c'è qualcuno che indaga per estirpare la piaga
Però chissà come mai qualsiasi cosa accada,
nel palazzo lontano nessuno fa una piega
Serve una testa che cada e poi chissenefrega
la prima testa di cazzo trovata per strada(x2)
Se vuoi tirare tira,
ma non sbagliare mira
Probabilmente il bersaglio che vedi,
è solo l'abbaglio di chi da dietro giura
che tha la coscienza pura,
ma sotto quella vernice ci sono squallide mura
la dittatura c'è ma non si sa dove sta, non si vede da qua,non si vede da qua(x2)
Il mio nemico non ha divisa,
ama le armi ma non le usa
nella fondina tiene le carte visa,
e quando uccide non chiede scusa(x2)
E se non hai morale,
e se non hai passionese
nessun dubbio ti assale,
perchè la osla ragione che ti interessa avere
è una ragione sociale,
Ma soprattutto se hai qualche dannata guerra da fare
non farla nel mio nome,
non farla nel mio nome
che non hai mani domandato la mia autorizzazione
Se ti difenderai non farlo nel mio nome
che non hai mai domandato la mia opinione
finchè sei in tempo tira,
e non sbagliare mira
(sparagli piero sparagli ora),
Finchè sei in tempo tira
e non sbagliare mira,
(sparagli piero sparagli ora)
Il mio nemico non ha divisa,
ama le armi ma non le usa,
nella fondina tiene le carte visa,
e quando uccide non chiede scusa(x2)
Il mio nemico non ha nome,
non ha nemmeno religione
e il potere non lo logora,
il potere non lo logora
Il mio nemico mi somiglia
è come me,
lui ama la famiglia
e per questo piglia più di ciò che da,
e non sbaglierà
ma se sbaglia un altro pagherà,
e il potere non lo logora
il potere non lo logora."
Comércio Local, a ditadura do pagamento em dinheiro
Não sei se a situação se generaliza ao país inteiro (espero que não!) mas aqui, na região onde vivo, o Algarve, é uma constante.
Desde o cabeleireiro, à lavandaria, passando pelo pequeno restaurante, café ou snack-bar, que somos confrontados com a situação - problemática para muitos de nós - da ausência de alternativas no que diz respeito à forma de pagamento.
Em resumo: ou pagas em dinheiro ou, não consomes!!!
Também se dá o caso de poderes ser encaminhado para a caixa Multibanco mais próxima.
De qualquer forma ficas a saber que, se pensares em voltar, tens de ter a preocupação (mais uma!!!) de vir prevenido com dinheiro vivo (cash).
Ora eu sei que são pequenos comerciantes, que não têm um grande volume de negócios, que pagamos todos muitos impostos (o Estado Social e não só!) mas, a permissão deste estado de coisas, por parte das autoridades competentes, para além de ser uma grande injustiça relativamente a quem cumpre e se sujeita a um maior escrutínio, constituem um descarado atropelo a alguns dos direitos fundamentais dos consumidores.
Em meu entender, e de forma a facilitar a vida dos consumidores - razão de existir dos comerciantes - havendo, actualmente, diferentes formas e opções de pagamento, independentemente da dimensão do estabelecimento comercial, deveria ser obrigatório haver, pelo menos, uma opção electronica para além da tradicional, o dinheiro.
E não tem de ser, directamente, através do sistema bancário que, aparentemente, é bastante dispendioso.
Temos o MB WAY, por exemplo.
Para além de muitas outras razões de peso, seria uma forma de libertar o consumidor de mais uma preocupação totalmente desnecessária em pleno séc. XXI.
Processo de envelhecimento
Se tiver sorte de ter saúde e viver bastantes anos!...
Como convivo diariamente com plantas com flores (angiospérmicas), assisto a este processo no mundo vegetal: a planta amadurece, depois produz botões florais que se vão desenvolvendo até se transformarem em flores que resplandecem em toda a sua beleza e depois, passado algum tempo, começam a perder a sua vitalidade, a definhar gradualmente, até murcharem por completo.
Quanto a nós, humanos, o problema não é a racionalização, nem a compreensão do facto ... o problema é, definitivamente, a aceitação do processo, enquanto tal!...


