Para minha grande surpresa encontrei este video no canal Youtube da Câmara Municipal de Penela, datado de 27.11.2020, sem qualquer tipo de apreciação, aparentemente inofensivo e, mesmo assim, inexplicavelmente com os comentários desativados.
Parece que alguém, uma entidade, neste caso a Câmara Municipal de Penela, ou as partes envolvidas, sente/m algum desconforto e tomou/tomaram a decisão de jogar pelo seguro.
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Estreou a 27/11/2020
CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA LOCAL E REGIONAL SALVADOR DIAS ARNAUT
CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA LOCAL E REGIONAL SALVADOR DIAS ARNAUT
Mensagem de Salvador Manuel Arnaut, neto e representante da família Salvador Dias Arnaut, no âmbito das comemorações do 10º Aniversário do Centro de Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut
E foi este video e a mensagem nele transmitida que despoletaram em mim um vendaval de emoções, cuja dificuldade em as gerir e controlar me levaram a quebrar o silêncio e decidir publicar este post, enquanto manifesto de revolta perante a iniquidade, falta de transparência, total ausência de respeito e consideração e, mesmo, eventuais atropelos da lei que ocorreram neste processo.
"(...)Pensas que os fins justificam os meios, ainda que estes sejam vis.
Enganas-te:
o Fim é a trajectória com que o alcanças.
Cada passo de hoje é a tua vida de amanhã"
Wilhelm Reich in «Escuta Zé Ninguém»
Apesar de ser uma iniciativa louvável, os meios utilizados e o caminho percorrido foram, logo desde o inicio, execráveis pois, para pessoas bem formadas, os fins não podem nunca justificar os meios!...
Em falta estiveram, apenas e logo desde o início, duas componentes fundamentais para a prossecução impoluta deste projecto: inteligência e bom senso.
Adiante.
Dois anos depois de o meu sogro (ao tempo), o Prof. Doutor Salvador Dias Arnaut ter falecido, nasceu o meu filho, Luís Diogo, irmão e "afilhado" do Manel (Salvador Manuel).
*O Luís hoje tem 29 anos, licenciou-se em International Business, no King´s College, em Londres.
Vive e trabalha para uma empresa Americana, em Londres.
Também já trabalhou para uma empresa Israelita e estava em Tel Aviv (tinha acabado de chegar na manhã do próprio dia) no fatídico dia do ataque do Hamas a Israel (07.10. 2023).
Demasiadamente reservado para o meu gosto, o Luís fez o seu percurso académico sem sobressaltos e tudo o que fez e conquistou na vida foi por mérito próprio, sem favores, sem "cunhas", sem referências!
Sei que sou mãe e, como tal, suspeita no que diz respeito à opinião que tenho sobre os meus filhos e, nomeadamente, o Luís.
Mas como sempre tive, desde muito nova, um desenvolvido espírito analítico relativamente aos que foram sendo os objectos do meu interesse, sinto-me à vontade para afirmar que tenho um enorme orgulho e respeito pelo meu filho, pela sua tenacidade, independência, retidão e sentido de justiça (o mesmo que frequentemente me era comunicado pelas educadoras nos tempos em que frequentava a creche, em Coimbra).
Precisamente por ser quem é e como é, e por não dever rigorosamente nada a ninguém, sempre e cada vez mais me magoa o facto de o Luís nunca ter sido incluído/contemplado, quanto mais não fosse por razões éticas e de respeito, não só no conhecimento, como na biografia e obra do seu avô paterno, mas também nas conversas e decisões que foram sendo tomadas ao longo dos anos, referentes ao mesmo e ao seu património material e cultural.
Dirigindo-me, agora, ao Salvador Manuel pergunto, muito simplesmente, qual a lógica de pretender divulgar ao "mundo" o património cultural do seu avô paterno, quando intencional e cirurgicamente sempre o omitiu, enquanto irmão mais velho e "padrinho", ao seu irmão Luís?
E foi este video e a mensagem nele transmitida que despoletaram em mim um vendaval de emoções, cuja dificuldade em as gerir e controlar me levaram a quebrar o silêncio e decidir publicar este post, enquanto manifesto de revolta perante a iniquidade, falta de transparência, total ausência de respeito e consideração e, mesmo, eventuais atropelos da lei que ocorreram neste processo.
"(...)Pensas que os fins justificam os meios, ainda que estes sejam vis.
Enganas-te:
o Fim é a trajectória com que o alcanças.
Cada passo de hoje é a tua vida de amanhã"
Wilhelm Reich in «Escuta Zé Ninguém»
Apesar de ser uma iniciativa louvável, os meios utilizados e o caminho percorrido foram, logo desde o inicio, execráveis pois, para pessoas bem formadas, os fins não podem nunca justificar os meios!...
Em falta estiveram, apenas e logo desde o início, duas componentes fundamentais para a prossecução impoluta deste projecto: inteligência e bom senso.
Adiante.
Dois anos depois de o meu sogro (ao tempo), o Prof. Doutor Salvador Dias Arnaut ter falecido, nasceu o meu filho, Luís Diogo, irmão e "afilhado" do Manel (Salvador Manuel).
*O Luís hoje tem 29 anos, licenciou-se em International Business, no King´s College, em Londres.
Vive e trabalha para uma empresa Americana, em Londres.
Também já trabalhou para uma empresa Israelita e estava em Tel Aviv (tinha acabado de chegar na manhã do próprio dia) no fatídico dia do ataque do Hamas a Israel (07.10. 2023).
Demasiadamente reservado para o meu gosto, o Luís fez o seu percurso académico sem sobressaltos e tudo o que fez e conquistou na vida foi por mérito próprio, sem favores, sem "cunhas", sem referências!
Sei que sou mãe e, como tal, suspeita no que diz respeito à opinião que tenho sobre os meus filhos e, nomeadamente, o Luís.
Mas como sempre tive, desde muito nova, um desenvolvido espírito analítico relativamente aos que foram sendo os objectos do meu interesse, sinto-me à vontade para afirmar que tenho um enorme orgulho e respeito pelo meu filho, pela sua tenacidade, independência, retidão e sentido de justiça (o mesmo que frequentemente me era comunicado pelas educadoras nos tempos em que frequentava a creche, em Coimbra).
Precisamente por ser quem é e como é, e por não dever rigorosamente nada a ninguém, sempre e cada vez mais me magoa o facto de o Luís nunca ter sido incluído/contemplado, quanto mais não fosse por razões éticas e de respeito, não só no conhecimento, como na biografia e obra do seu avô paterno, mas também nas conversas e decisões que foram sendo tomadas ao longo dos anos, referentes ao mesmo e ao seu património material e cultural.
Dirigindo-me, agora, ao Salvador Manuel pergunto, muito simplesmente, qual a lógica de pretender divulgar ao "mundo" o património cultural do seu avô paterno, quando intencional e cirurgicamente sempre o omitiu, enquanto irmão mais velho e "padrinho", ao seu irmão Luís?
Nunca o meu filho foi informado e, muito menos convidado (como se de um pária se tratasse) para qualquer um dos eventos que se têm realizado ao longo dos anos, desde os que se realizaram no Centro de Estudos da História Local e Regional Salvador Dias Arnaut (CEHLR-SDA) como, também, a inauguração da Rua Salvador Dias Arnaut, em homenagem ao avô de ambos.
E a distância nunca foi, não é nem será desculpa!
A percentagem de ADN que partilham com o avô paterno é rigorosamente a mesma!
E a distância nunca foi, não é nem será desculpa!
A percentagem de ADN que partilham com o avô paterno é rigorosamente a mesma!
Eu sei que, hoje em dia, há muitas pessoas alérgicas ao conhecimento e produções científicas, mas estes não deixam de existir e de se afirmar na sequência das alergias.
Penela sempre foi um tabu nas relações com o Luís, algo que nunca entendi e nunca assimilarei.
Curiosamente, lembrou-se do Luís e de lhe pedir que falasse com um jornalista do Diário de Coimbra (não tenho a certeza se foi este o jornal) na sequência do seu repatriamento de Israel para Portugal, por altura do ataque do Hamas, enquanto Luís Arnaut e na qualidade de cidadão de Coimbra.
Aparece, entretanto, como "representante da família" mas, ainda hoje tem o seu pai (que o é de ambos) vivo, apesar de idoso e doente, de há uns anos a esta parte.
O problema não se coloca na representação, atendendo ao contexto geral, mas sim na total ausência de comunicação e satisfações para com um irmão (membro da sua família) adulto!
Penela sempre foi um tabu nas relações com o Luís, algo que nunca entendi e nunca assimilarei.
Curiosamente, lembrou-se do Luís e de lhe pedir que falasse com um jornalista do Diário de Coimbra (não tenho a certeza se foi este o jornal) na sequência do seu repatriamento de Israel para Portugal, por altura do ataque do Hamas, enquanto Luís Arnaut e na qualidade de cidadão de Coimbra.
Aparece, entretanto, como "representante da família" mas, ainda hoje tem o seu pai (que o é de ambos) vivo, apesar de idoso e doente, de há uns anos a esta parte.
O problema não se coloca na representação, atendendo ao contexto geral, mas sim na total ausência de comunicação e satisfações para com um irmão (membro da sua família) adulto!
Na sequência desta reflexão surgiu uma palavra (e respetivo conceito) que resume aquilo que sinto se tem passado ao longo de todos estes anos: Usurpação!!!
Não sei bem de quê, pois não sou detentora de todos os dados, mas impôs-se e penso que veio para ficar.
Questões para as quais não tenho resposta, que surgiram na sequência de uma investigação rudimentar e que parecem pertinentes:
- entre 1995 (ano falecimento meu sogro) e 2007, o imóvel a que me habituei a chamar de "casa de Penela" passa do nome do seu legítimo herdeiro para o do seu filho mais velho, Salvador Manuel Arnaut.
Em 2007 o meu filho tinha 10 anos!
Apesar de já divorciada há alguns anos e a viver no Algarve (na sequência de um divórcio muito conturbado e solução encontrada com o objectivo de preservar a saúde mental da minha família), uma vez que não falaram com o meu filho e eu detinha o poder paternal, quanto mais não fosse por razões de lisura, respeito e transparência, penso que teria sido de bom tom terem tido uma conversa comigo, uma vez que o Luís era, também, legítimo herdeiro do Pai.
- Em 2007 é estabelecido um "Acordo de Cooperação com a C.M.Penela", sendo o Primeiro Outorgante, Salvador Manuel Arnaut, o dono e legítimo possuidor do imóvel.
(Acta nº122, 28.02.2007)
Quando tive conhecimento desta situação, escrevi uma carta dirigida ao Sr. Presidente da Câmara, ao tempo e nunca obtive resposta fosse de quem fosse.
Não sei bem de quê, pois não sou detentora de todos os dados, mas impôs-se e penso que veio para ficar.
Sei que é um tema delicado mas, também no que diz respeito à dimensão religiosa, está à vista a forma como é vivida e praticada:
foram precisos muitos anos para que eu compreendesse e aceitasse que existe uma diferença abismal entre Catolicismo e Cristianismo; a igreja católica é uma instituição, com todos os defeitos que as instituições humanas comportam e o Cristianismo é uma filosofia de vida.
foram precisos muitos anos para que eu compreendesse e aceitasse que existe uma diferença abismal entre Catolicismo e Cristianismo; a igreja católica é uma instituição, com todos os defeitos que as instituições humanas comportam e o Cristianismo é uma filosofia de vida.
Só que foi o Cristianismo que esteve na base da instituição Igreja Católica e se resume a uma simples regra básica e fundamental na vida em sociedade: "Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti"!!!
Questões para as quais não tenho resposta, que surgiram na sequência de uma investigação rudimentar e que parecem pertinentes:
- entre 1995 (ano falecimento meu sogro) e 2007, o imóvel a que me habituei a chamar de "casa de Penela" passa do nome do seu legítimo herdeiro para o do seu filho mais velho, Salvador Manuel Arnaut.
Em 2007 o meu filho tinha 10 anos!
Apesar de já divorciada há alguns anos e a viver no Algarve (na sequência de um divórcio muito conturbado e solução encontrada com o objectivo de preservar a saúde mental da minha família), uma vez que não falaram com o meu filho e eu detinha o poder paternal, quanto mais não fosse por razões de lisura, respeito e transparência, penso que teria sido de bom tom terem tido uma conversa comigo, uma vez que o Luís era, também, legítimo herdeiro do Pai.
- Em 2007 é estabelecido um "Acordo de Cooperação com a C.M.Penela", sendo o Primeiro Outorgante, Salvador Manuel Arnaut, o dono e legítimo possuidor do imóvel.
(Acta nº122, 28.02.2007)
Quando tive conhecimento desta situação, escrevi uma carta dirigida ao Sr. Presidente da Câmara, ao tempo e nunca obtive resposta fosse de quem fosse.
O tempo passou!
- Em 2017, "direito de superfície", do mesmo imóvel mas com um diferente proprietário: precisamente a mãe do Salvador Manuel - Maria Eugénia Fareleiro!!!
(Acta nº 20, 23.10.2017)
Sendo que o Salvador Manuel é o único filho e herdeiro da senhora!!!
-Em 2018, "Isenção de IMT":Transmissão da propriedade para Sociedade Anónima:
Imagino, também, que a não aprovaria, mas não estou preocupada com isso.
Alguém tem de falar em seu nome e compete-me a mim fazê-lo.
O "sentido de justiça" de que é dotado herdou-o de mim própria e esse morrerá comigo.
- Em 2017, "direito de superfície", do mesmo imóvel mas com um diferente proprietário: precisamente a mãe do Salvador Manuel - Maria Eugénia Fareleiro!!!
(Acta nº 20, 23.10.2017)
Sendo que o Salvador Manuel é o único filho e herdeiro da senhora!!!
-Em 2018, "Isenção de IMT":Transmissão da propriedade para Sociedade Anónima:
"Por razões de otimização da gestão do património da família, o anterior e a atual proprietária do
imóvel, pretendem transmitir a propriedade do imóvel para a Sociedade Anónima, denominada Casal
do Pastor, Gestão Imobiliária, S.A., controlada pela família conforme certidão do registo comercial em
anexo, informando que o mesmo se manterá com a atual utilização e nos moldes devidamente
protocolados e contratualizados com o Município, não havendo qualquer intenção de o alienar a
terceiros.
Atendendo a que a transmissão para a já referida Sociedade Anónima tem de respeitar a forma
contratual legalmente prevista e tem caracter oneroso, vêm a atual proprietária do imóvel e o seu
filho, Maria Eugénia Pintassilgo Simões Fareleiro e Salvador Manuel Fareleiro Lacerda Arnaut,
respetivamente, invocando a utilização a que o imóvel está adstrito - Centro de Estudos de História
Local e Regional Salvador Dias Arnaut, solicitar a isenção do Imposto Municipal sobre as
Transmissões Onerosas de Imóveis referente ao ato de transmissão do referido imóvel para a Casal
do Pastor, Gestão Imobiliária, S.A.."
(Acta nº188, 29.06.2018)
Perante o exposto, é difícil que nos não questionemos sobre o aparentemente acidentado percurso do imóvel em causa...
A título de conclusão (pelo menos por agora!), tenho 99% de certeza que o Prof. Doutor Salvador Dias Arnaut, apesar das homenagens prestadas em seu nome, não estaria nada satisfeito com a forma como o processo se desenrolou, com a estratégia utilizada no sentido da intencional e deliberada exclusão do seu segundo neto e mais indignado ficaria, ainda, se o tivesse conhecido.
A humildade é uma das características que ambos partilham!
O património cultural, material e imaterial de uma pessoa notável (e neste caso específico,também por mérito próprio, exclusivamente!) não pode ser objecto de pretensões de exclusividade e, muito menos, de vaidade e promoção social e individual de seja quem for, caso seja esse o caso.
A confirmar-se roçaria a dimensão patológica.
Tiveram, no mínimo, 20 anos para se manifestarem e falarem com o Luís (actualmente com 29 anos, como já anteriormente referi) e nunca o fizeram.
Deviam tê-lo feito na altura e momento próprios.
(Acta nº188, 29.06.2018)
Perante o exposto, é difícil que nos não questionemos sobre o aparentemente acidentado percurso do imóvel em causa...
A título de conclusão (pelo menos por agora!), tenho 99% de certeza que o Prof. Doutor Salvador Dias Arnaut, apesar das homenagens prestadas em seu nome, não estaria nada satisfeito com a forma como o processo se desenrolou, com a estratégia utilizada no sentido da intencional e deliberada exclusão do seu segundo neto e mais indignado ficaria, ainda, se o tivesse conhecido.
A humildade é uma das características que ambos partilham!
O património cultural, material e imaterial de uma pessoa notável (e neste caso específico,também por mérito próprio, exclusivamente!) não pode ser objecto de pretensões de exclusividade e, muito menos, de vaidade e promoção social e individual de seja quem for, caso seja esse o caso.
A confirmar-se roçaria a dimensão patológica.
Tiveram, no mínimo, 20 anos para se manifestarem e falarem com o Luís (actualmente com 29 anos, como já anteriormente referi) e nunca o fizeram.
Deviam tê-lo feito na altura e momento próprios.
Com 69 anos e no ocaso da minha vida, sou uma orgulhosa mãe de dois filhos que, apesar de muito diferentes um do outro, me mimam, me respeitam, se preocupam comigo e com o meu bem-estar.
Entretanto e também com a idade, para além da sabedoria que lhe é implícita - "Saber de experiência feito!"- , vem também o apelo à liberdade de sermos nós próprios, sem filtros, sem amarras e de nos exprimirmos enquanto tal e de dizer o que nos vai no coração.
Fiz o que entendi devia fazer, enquanto por aqui ando.
E gostaria que o respeitassem da mesma forma que ele a todos respeita, a começar pela sua família.
* Quero deixar bem claro, sob compromisso de honra, que o meu filho, o Luís, desconhece por completo o que sinto e tenho sentido ao longo destes anos e ignora completamente esta minha iniciativa.Entretanto e também com a idade, para além da sabedoria que lhe é implícita - "Saber de experiência feito!"- , vem também o apelo à liberdade de sermos nós próprios, sem filtros, sem amarras e de nos exprimirmos enquanto tal e de dizer o que nos vai no coração.
Fiz o que entendi devia fazer, enquanto por aqui ando.
E gostaria que o respeitassem da mesma forma que ele a todos respeita, a começar pela sua família.
Imagino, também, que a não aprovaria, mas não estou preocupada com isso.
Alguém tem de falar em seu nome e compete-me a mim fazê-lo.
O "sentido de justiça" de que é dotado herdou-o de mim própria e esse morrerá comigo.
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