Era Donald Trump, quando o insólito acontece

 Trump(ices), os factos em imagens XIII - estranha forma de exercício presidencial!...


FB cartoons
 Ao longo dos anos, e até este segundo mandato de Donald J. Trump como Presidente da maior potência mundial, sempre me questionei como teria sido possível a ascensão, poder, expansão ideológica e respetivas atrocidades cometidas por um fenómeno como Adolf Hitler, na Alemanha.
Não compreendia o processo que o levou a manipular e arrastar multidões e a rodear-se de tantos "acólitos".
Questionava-me sobre como foi possível que tamanha distorção da realidade (ao tempo) tivesse sido, não só aceite e interiorizada, como acerrimamente defendida e estruturalmente implementada ao ponto de conduzir a uma guerra mundial...

Encontrei, finalmente, a resposta em Donald J. Trump *, no seu comportamento dentro e fora de fronteiras, na sua forma de ser, estar, na desfaçatez com que a todos destrata (a quem o contraria), na forma como gere e interfere nas relações internacionais e no proveito que delas tira, tanto em benefício próprio como do "clã" familiar.
Um rol infindável de desrespeito e atropelos da lei, tratados e quejandos.
Mas o que mais me preocupa, mesmo revolta é, salvo raras excepções, a subserviência, a contemporização, a condescendência e, pasme-se, a bajulação de que é alvo por parte de com quem com ele negoceia e interage, sejam eles representantes de Nações, Instituições e Organizações, tanto a nível nacional como internacional!...

"In the End, we will remember not the words of our enemies, but the silence of our friends." 
Martin Luther King (atribuição)

Donald Trump e Vladimir Putin: A nova e sofisticada face da pirataria no séc. XXI *

 Fico estupefacta com o facto de se não identificar, enquanto tal, abominar e combater, tanto as ameaças como a perpetração de verdadeiros actos de "pirataria" lá onde, presumivelmente latentes, estão presentes as principais características associadas a esta actividade: 
o saque e a pilhagem, com o objectivo de obter e aumentar riquezas e poder.

 Com contornos diferentes daqueles que a caracterizaram nos séculos XVII e XVIII (em termos de época e de contextos), somos confrontados com este fenómeno cuja novidade, para além de ocorrer num diferente contexto paradigmático, se traduz no tipo de protagonistas que a ela recorrem:
a pirataria deixou de ser levada a cabo por marginais e homens que lutavam e tentavam a sorte, arriscando as próprias vidas, em busca de um enriquecimento que pudesse ser tão rápido quanto substancial, para se transformar num processo ilegítimo de expansão territorial (de acordo com o Direito Internacional), monopolista, que visa a apropriação e exploração de bens e recursos naturais de países terceiros, estrutural e financeiramente débeis e muito dependentes da ajuda externa. 
 Quanto aos novos protagonistas, longe de serem homens comuns, marginais e marginalizados, ergue-se uma "casta" constituída por uma mão cheia de "chefes de estado" com comportamentos desviantes (transtornos de personalidade?), pendor autoritário, dotados de uma total ausência de empatia e de uma desmedida insaciabilidade.
 Escudados pelo cargo que ocupam, a coberto da imunidade que lhes é conferida, sob o pretexto de defenderem o superior interesse das nações que é suposto representarem e usando e abusando das respetivas forças armadas e correspondente erário público não servem o estado, servem-se dele.
 Para esta nova "casta", a noção de serviço público e filosofia que lhe está subjacente não faz qualquer sentido, os limites do Poder que lhes é atribuído, também não, melhorar as condições de saúde e o nível de vida da maioria que os elegeu - para quê, se já contribuíram com o seu voto (nos casos em que ainda existem processos eleitorais) - resta-lhes utilizar o cargo enquanto plataforma por excelência, para promover negócios e facilitar transações comerciais em benefício próprio e com o objectivo de consolidar e alargar o âmbito do seu património pessoal e familiar. 

João Ferreira Rosa, Embuçado

Alterações Climáticas, aquecimento global

 "Adapting to heat is necessary, but stopping the causes is essential." 

FB
« “Why is it so hot?”
Scientists warned us.
The climate reports warned us.
The floods, fires and broken temperature records warned us.
But we kept cutting trees, burning fossil fuels, expanding concrete cities and treating every warning like tomorrow’s problem.
Now tomorrow has arrived—with a heat alert.
This is not “just summer.” This is the climate crisis becoming harder to ignore.
Stay hydrated, check on elderly neighbours, avoid unnecessary outdoor activity during peak heat—and remember: adapting to heat is necessary, but stopping the causes is essential. »

China, alterações climáticas e inovações tecnológicas

 
"Quando a China despertar ... o mundo tremerá", Alain Peyrefitte

E assim aconteceu!...
 A China despertou, inovou, desenvolveu e é hoje uma superpotência em termos de investigação e desenvolvimento tecnológico.