Como sobreviver a um ataque nuclear

Sejamos claros, no momento em que nos encontramos, teremos de contemplar todas as hipóteses, por mais aterradoras que sejam.
E já que, pelo menos por agora, não podemos contar com iniciativas governamentais no sentido de sensibilizar a população para os riscos de uma hipotética guerra nuclear, os seus efeitos e quais os procedimentos a adoptar no caso de uma tal eventualidade caber-nos-á a nós, elementos da sociedade civil, levantar as questões e pressionar os agentes do ou dos eventuais ministérios envolvidos a trabalhar estas questões.


No que diz respeito a uma cultura de Prevenção, de pouco nos servem os "arejamentos".
Não estamos preparados para nada e não temos ninguém, nenhum organismo público orientado para as questões do Bem Comum que deveriam ser, não só os planos de contingência mas, também, as informações relacionadas com a nossa protecção nas mais diferentes áreas das nossas vidas.
O Estado preocupa-se com as questões da segurança na via pública, da vida quotidiana, em inventar, criar e recolher impostos (e, em última instância, com aqueles que considera os mais desfavorecidos) e os diferentes actores que o vão integrando parecem mais preocupados com a defesa dos interesses partidários e pessoais do que com as pessoas/eleitores que alegam representar, independentemente da sua condição socio-económica.
A busca e partilha de informações relacionadas com situações de prevenção de riscos, para além de ser um acto cívico é, também e sobretudo um acto político que a todos diz respeito, enquanto cidadãos nacionais.
Sempre assim fomos e continuamos a ser, por mais instruídos que sejamos, mais viagens que façamos, mais informações que tenhamos vindo a recolher, não mudamos ...
Apesar de poder ser considerado um pensamento perverso, continuo a pensar que o facto de não termos participado directamente na II Guerra mundial nos condenou a décadas de atraso cultural atendendo ao facto de, ao não sofrermos e vivenciarmos directamente as tragédias e horrores sofridos pelas nações que estiveram profundamente envolvidas no conflito, não termos desenvolvido, em termos colectivos, algo semelhante a uma "consciência colectiva"/instinto de defesa/cultura de resiliência*

* Bom, o significado que encontrei no Modo IA do Google parece reforçar esta ideia!...

Trump(ices), os factos em imagens III -Tragédia!

Quando dois países, cujos respetivos governantes se encontram a contas com a Justiça, acobertados pelo cargo que ocupam e, em nome dos seus interesses pessoais, se concertaram para destruir uma civilização milenar e estão a levar ao colapso da ordem internacional baseada em regras e no respeito pelas mesmas ...
... Não, a tragédia é dos EUA e do povo Americano por terem eleito, para Presidente da República, alguém tão inapto e inconveniente como Donald Trump mas, mais trágica ainda é a dimensão global resultante das suas tresloucadas decisões de política internacional...
A tragédia é de uma dimensão global!!!

Ainda sobre o acordo ortográfico

«A palavra espectador tem origem no latim spectator, -ōris, que significa "aquele que observa" ou "observador". Deriva do verbo latino spectare, que significa "olhar, ver, observar, contemplar", sendo um termo utilizado para designar quem assiste a um espetáculo ou presencia uma ação. [1, 2, 3, 4]
Origem e Evolução:
Raiz Latina: Spectare ("olhar") + -tor (sufixo que indica agente/aquele que faz a ação).
Entrada no Português: O termo está atestado na língua portuguesa desde o século XVII (aprox. 1677).
Significado Original: Observador, testemunha ocular.»

Fonte: Vista Geral de IA

Há algum tempo atrás, enquanto via e ouvia televisão, fiquei de tal maneira horrorizada ao olhar para esta notícia de rodapé do ecrã acima, que tive que ler duas vezes para tentar compreender o significado do que estava a ver.
Sendo que um "espetador", em meu entender, é algo (objecto pontiagudo) ou alguém que espeta, que perfura, que crava, a primeira ideia que me veio à cabeça foi a de um toureiro morto em plena arena em uma qualquer praça de touros do país, mas rapidamente compreendi que era mais uma das "pérolas" do acordo ortográfico em vigor: o espectador virou "espetador" ignorando, assim, algo fundamental como a etimologia latina (que continua a ser basilar e respeitada por outras línguas europeias com vocábulos de raiz latina), e consequentes elementos estruturais da mesma.
Não consigo aceitar esta miscigenação forçada da Língua Portuguesa, imposta por decreto, que em nada nos honra e só nos tem prejudicado a vários níveis, sobretudo o económico!...
A História tem-nos mostrado, ao longo de séculos e nas mais diversa áreas, que somos muito maus negociadores e pouco criteriosos no que respeita à defesa dos nossos interesses, enquanto Nação.