É um facto e um erro em que, penso, quase todos caímos!
O de tentar proteger os nossos filhos, com a preocupação constante de tentar retirar-lhes as pedras do caminho e de aliviar o seu percurso, sempre com a esperança de evitar que cometam erros, se desviem do caminho (por nós sonhado!), e que sofram "desnecessariamente", de acordo com o que a experiência acumulada nos ensinou.
Sobretudo depois de termos passado por situações traumáticas no seio das nossas famílias originais, temendo a repetição dos factos com os quais tivemos de nos confrontar, e quando o fazemos a solo, sem qualquer tipo de apoio, empatia, compreensão.
A cada um o seu Samsara!
A cada um o seu percurso ... único, individual, irrepetível.
(06.09.22)
Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e múltiplas contingências do Presente
Siddharta, a cada um o seu "Samsara"
«(...) Que pai, que mestre poderia impedi-lo de viver a vida, de sujar-se com a vida, de carregar as suas próprias culpas, de beber a mais amarga bebida, de encontrar o seu próprio caminho?...»
Herman Hesse, Siddhartha
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